Em entrevista coletiva concedida pela Seleção Brasileira, o goleiro Alisson não escondeu o entusiasmo e o orgulho ao projetar a disputa de sua terceira Copa do Mundo. Para o experiente arqueiro, vestir a camisa amarelinha em um torneio dessa magnitude continua sendo uma honra inigualável e a realização de um sonho que se renova a cada ciclo.
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Ele destacou que a bagagem acumulada nas edições anteriores traz uma responsabilidade ainda maior, mas também a maturidade necessária para encarar o desafio.
– Se for para dizer uma palavra para definir esse sentimento, é honra. Entrar com esses grandes nomes da história da Seleção Brasileira. É um privilégio também poder participar e disputar mais uma Copa do Mundo – afirmou.
O camisa 1 também falou do preparador de goleiros, o lendário Taffarel. Alisson fez questão de classificar como um “privilégio” o trabalho diário ao lado de um dos heróis do tetracampeonato.
– É um privilégio poder trabalhar com o Taffarel. Ele foi sempre um ídolo, uma inspiração, uma referência, não só minha, mas de tantos brasileiros que quiseram ser goleiros. Ele tem sido um cara extremamente importante para mim, como um mentor e alguém que me traz para o chão, na medida certa, e, nos momentos difíceis e tristes, é um cara que está ali nos sustentando – complementa.
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Condição física e críticas não abalam Alisson
O goleiro também foi questionado de forma direta sobre o seu condicionamento físico. Alisson rechaçou qualquer preocupação sobre o tema, garantindo que se sente em excelente forma e plenamente preparado para os jogos.
As críticas externas, comuns na rotina de quem defende o Brasil, também foram abordadas de maneira muito serena pelo jogador. Longe de demonstrar irritação, Alisson reagiu de forma direta, afirmando que conviver com a cobrança faz parte do futebol.
Ele argumentou que as opiniões divergentes e o debate sobre o seu desempenho são naturais, pontuando que a cobrança da torcida é parte do pacote de ser jogador do Brasil. Para ele, o foco principal deve se manter no trabalho interno e na entrega dentro das quatro linhas, sem deixar que o ruído externo atrapalhe a preparação da equipe.
– As cobranças são naturais, fazem parte do futebol. Injustas ou não, são parte do pacote de vestir essa camisa (da Seleção). O torcedor quer que quem vista a camisa do Brasil, conquiste título – analisou.
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O arqueiro reafirmou que o grande objetivo coletivo está acima de qualquer meta individual ou questionamento pontual. Alisson demonstrou muita confiança de que o Brasil tem as ferramentas necessárias para evoluir jogo a jogo. A meta final, clara e compartilhada por todos, continua sendo a busca incessante pelo tão sonhado título mundial.
