Jogador de Counter-Strike 2 da FURIA, Mareks “YEKINDAR” Gaļinskis contou detalhes de sua ida para a equipe brasileira, que aconteceu no final de abril de 2025. Natural da Letônia, o atleta chegou como substituto temporário de Felipe “skullz” Medeiros, mas acabou assinando em definitivo com a Pantera em julho.

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Confira alguns comentários nas publicações do primeiro grande título da FURIA

— Eles me chamaram, nós conversamos. E no começo, fui apenas como stand-in. Sinceramente, não estava pensando “vou ficar na FURIA para sempre”. Para mim, era só uma oportunidade muito boa de jogar três campeonatos: PGL Astana, IEM Dallas e o Major de Austin. Eu queria jogar e competir, mas não pensava em ficar — contou o letão em entrevista concedida ao canal GOEXANIMO. A tradução foi feita pelo CS Report. Ambos disponíveis no YouTube.

Apesar da primeira intenção do jogador, a vontade mudou durante o tempo que passou junto com seus novos companheiros de equipe.

— Joguei com eles e percebi o quanto os brasileiros, como pessoas e como jogadores, são abertos. Fiquei muito surpreso com o que diz respeito ao nível individual, com o nível do KSCERATO, yuurih e FalleN. Porque, sabe, todos esses jogadores que nunca saem de um único time, você nunca saberá como eles são. Você pode assistir alguns jogos mas nunca saberá como ele pensa dentro do jogo. E claro, ajudou o fato de termos chegado em uma semifinal logo no nosso primeiro campeonato — revelou YEKINDAR.

O ex-jogador da Liquid também contou sobre a diferença cultural que viveu quando chegou ao time brasileiro.

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— Eles têm um jeito diferente de viver, sabe quando as pessoas querem viver de verdade? Entro na sala e já está tocando música brasileira, clima leve, todo mundo dando risada. “Bam, bam, bam” e “Ai, se eu te pego”, essa é a vibe. É a conexão entre as pessoas, e os resultados logo nos mostraram que a gente não se entendia só dentro do jogo, mas fora também. Em personalidade, convivência — concluiu.

A FURIA volta a campo na IEM Chengdu, campeonato que começa no dia 3 de novembro, na China. O torneio distribui 1 milhão de dólares (R$ 5,38 milhões) em premiação. Recentemente, a FURIA conquistou dois títulos internacionais: a FISSURE Playground 2 e a Thunderpick World Championship 2025. Assim, subiu no ranking oficial da Valve e faturou 860 mil dólares (R$ 4,63 milhões).

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*Matheus Welter é estagiário sob a supervisão de Marcos Jordão