Com uma proposta de R$ 4 milhões, a empresa CTIL Logística ficou em primeiro lugar na disputa para operar o Porto de Itajaí enquanto o governo federal finaliza a desestatização do terminal. Porém, como prevê o edital, o martelo ainda não está batido sobre ela ser de fato a vencedora. Isso porque a segunda colocada, a Power Log, que ofereceu R$ 3,8 milhões, pode cobrir a proposta e, nesse caso, a CTIL decide se faz uma oferta maior ou desiste.
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Uma terceira empresa, a Container’s Service, também participou da disputa, mas está fora da concorrência já que ofereceu o menor valor, na ordem de R$ 2,1 milhões.
— Vencida essa etapa, a primeira colocada terá cinco dias úteis para apresentar a documentação necessária. Em seguida, o Porto de Itajaí oficializa o resultado com o vencedor. Tudo ainda será encaminhado para a Agência Nacional de Transportes Aquaviários, que em até 30 dias fará análise do processo de celebração do contrato de cessão temporária com o possível novo operador — explica o superintendente do porto, Fábio da Veiga.
O contrato com a vencedora terá validade de seis meses, mas pode ser prorrogado por até dois anos, a partir de janeiro de 2023, ou até que se encerre o processo licitatório de desestatização do terminal, que está a cargo do Ministério da Infraestrutura. O edital de desestatização era esperado para julho, mas o prazo foi estendido para outubro, com leilão em dezembro, como mostrou a colunista Dagmara Spautz.
O período de contrato da APM Terminals, gigante mundial arrendatária do terminal e que opera a movimentação de cargas no Porto de Itajaí, termina no dia 31 de dezembro deste ano.
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