Enquanto em Brasília o clima é tenso, em SC a Justiça Eleitoral e o Exército estão em paz

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Diretor-geral do TRE-SC, Gonsalo Ribeiro, e presidente do TRE-SC, Leopoldo Brüggemann, com o comandante do Exército em SC, general Márcio Luis do Nascimento Abreu Pereira (Foto: Divulgação/TRE-SC)

O cenário tenso entre as Forças Armadas e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, não se repete em Santa Catarina. Um encontro nesta terça-feira (30) entre o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC), Leopoldo Brüggemann, e o comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, general Márcio Luis do Nascimento Abreu Pereira, demonstrou que os militares catarinenses estão num clima diferente.

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O descontentamento em Brasília gira em torno de sugestões que teriam sido feitas pelas Forças Armadas e não atendidas pelo TSE. Aqui no Estado, o Exército está em paz, e deixa isso claro. No encontro desta terça, o comando confirmou participação do Exército no Gabinete de Pronta Resposta, instalado em 11 de agosto pela Justiça Eleitoral. O Gabinete irá monitorar questões relativas à logística, infraestrutura e segurança das Eleições 2022.

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O presidente do TRE expôs, em linhas gerais, o processo eletrônico de votação, apuração e totalização, incluindo mecanismos de auditoria. O general elogiou a iniciativa do Tribunal de criar um aplicativo para que o eleitor possa fazer a contagem de votos com os boletins de urna.

Durante o encontro, tanto o TRE como o Exército se mostraram na expectativa por eleições tranquilas e seguras. De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal, o general disse que “Santa Catarina é um estado que anda sozinho e a nossa história é de entendimento e apoio entre as instituições”.

Também participaram do encontro o tenente coronel Reginaldo Blaszkowski, chefe de Relações Institucionais da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, e o diretor-geral do TRE-SC, Gonsalo Ribeiro.

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