Cientistas detectam coronavírus no ar de ruas e prédios próximos a hospitais

Uso de máscaras e distanciamento social são fundamentais para evitar contágio, diz estudo

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Estudo identificou locais considerados como "zona de risco" (Foto: ALFREDO ESTRELLA / AFP)

O novo coronavírus pode permanecer no ar por tempo indeterminado e causar a disseminação da doença em ruas ou áreas fechadas onde houve grande aglomeração de infectados. A descoberta feita por cientistas da Universidade de Wuhan, na China, foi publicada na revista Nature, periódica famosa na científica, neste segunda-feira (27).

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Segundo informações do portal de notícias Olhar Digital, partículas em suspensão do novo coronavírus, medidas em aerossol, foram detectadas no ambiente de dois hospitais de tratamento de Covid-19 monitorados pelos cientistas em Wuhan, epicentro original da doença, bem como nas áreas públicas próximas aos estabelecimentos de saúde, como ruas, praças e prédios.

Concluído em 14 de março, o estudo assinado por 16 cientistas chineses analisou 40 amostras de 31 lugares diferentes e reforça a necessidade necessidade de evitar aglomerações, independente do ambiente ser aberto ou fechado e usar máscaras sempre que sair de casa.

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A mesma pesquisa, também afirma que o SARS-Cov-2 pode manter a sua estabilidade no aerossol e em diferentes superfícies por vários dias. No entanto, não consegue concluir se o vírus mantém a sua capacidade de infectar pessoas na transmissão pelo ar da mesma forma que nas gotículas ou no contato do corpo humano, segundo publicou a Gaúcha ZH.