Antes de atualizar os dados de Santa Catarina sobre o coronavírus nesta sexta-feira (22), o governador Carlos Moisés aproveitou a coletiva de imprensa convocada no fim da tarde para fazer dois anúncios relacionados ao sistema de saúde do Estado. Conforme o governador, a dívida da saúde – que era estimada em aproximadamente R$ 600 milhões – foi zerada, e um contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vai viabilizar um acordo de cooperação no valor de US$ 800 mil para Santa Catarina projetar o Complexo Hospitalar de Florianópolis.
Conforme Moisés, o dinheiro do BID será usado em um estudo para tornar possível uma parceria público-privada (PPP) com investimento na casa de R$ 500 milhões da iniciativa privada para criar o complexo na Capital.
A ideia é juntar em um só espaço quatro hospitais da gestão estadual que atualmente funcionam em locais separados. Na área onde hoje funciona o Hospital Nereu Ramos, ao lado do Hospital Infantil Joana de Gusmão, o Estado pretende colocar também o Hospital Celso Ramos e a Maternidade Carmela Dutra.
O governador ressaltou que seria a primeira PPP inaugurada pelo Estado:
– O projeto é criar um espaço muito mais humanizado, esse é conceito que discutimos hoje, do que normalmente a gente encontra, especialmente no tratamento de crianças. É um passo muito importante, porque Santa Catarina não tem inaugurada nenhuma parceria público-privada.
