Parceria para melhorar a saúde com mais tecnologia

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Uma das formas de ampliar os benefícios dos avanços na saúde para um maior número de pessoas é o uso de tecnologias. Parceria pioneira com esse objetivo foi firmada entre a Associação Catarinense de Medicina (ACM) e a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) na última sexta-feira. O plano visa gerar soluções aos desafios da gestão da saúde pública ou privada e criar ferramentas para o desenvolvimento da medicina. Além de melhorar os serviços no Estado, essa iniciativa pode atrair mais clientes, fortalecendo esses setores na economia.

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O acordo foi assinado pelo novo presidente da ACM, Ademar José de Oliveira Paes Junior (na foto, à esquerda) e o presidente da Acate, Daniel Leipnitz (D), em evento com mais lideranças das duas entidades.

Segundo Ademar Paes, a meta é potencializar projetos tecnológicos que atendem necessidades de assistência da população e respondam demanda do mercado de serviços de saúde, que já respondem por 10% do PIB do país.

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– Vários são os benefícios da parceria firmada, que certamente vai encontrar soluções importantes para a assistência da população. Além disso, já está na hora de a medicina ser entendida como geração de riqueza, na criação de produtos e na realização de pesquisas, entre outros valores de suma importância para o Estado e o país – disse o presidente da ACM.

Para Leipnitz, esse acordo será um vetor de desenvolvimento porque pode envolver prevenção à saúde e uso adequado de tecnologias evitando desperdícios e prejuízos à população. Para ele, essa integração vai tornar SC uma referência em saúde no país.

A propósito, o Estado já conta com um sólido grupo de empresas de tecnologia que atendem o setor de saúde. Segundo Leipnitz, a vertical de saúde da Acate reúne mais de 35 empresas de base tecnológica que oferecem produtos inovadores com aplicação global. Diversas dessas tecnologias podem reduzir o custo de saúde do SUS, além de reduzir e controlar de forma disruptiva as filas de cirurgias e atendimentos, observou o empresário.

Norte de SC no PIB

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A Capital catarinense é a única do Brasil que não detém o maior PIB municipal do Estado. Aqui, Florianópolis fica em terceiro lugar, atrás de Joinville e Itajaí. Isso é destaque em levantamento do IBGE sobre a participação dos municípios na riqueza do país. De 2002 para 2015 as capitais tiveram uma redução de 36,1% para 33,1% . As cidades do interior cresceram de 63,9% para 66,9% do PIB no mesmo período. Joinville é forte pela indústria e Itajaí, pelo setor portuário.

Incentivos fiscais

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O Confaz aprovou convênio que valida benefícios fiscais concedidos pelos Estados. O convênio era uma exigência da Lei Complementar 160, sancionada pelo presidente Michel Temer em agosto, que regulariza incentivos e benefícios fiscais concedidos por Estados.

Herança e doações

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A Secretaria de Estado da Fazenda aprovou um parcelamento de dívidas do imposto sobre doação em herança (ITCMD). O novo Prefis permite quitar débitos com descontos de 90% a 50% de multas e parcelamento até 24 meses.

Engie investe R$ 2 bi

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A multinacional franco-belga Engie arrematou o lote 1 do leilão de linhas de transmissão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sexta-feira ao oferecer

R$ 2,017 bilhão para linha de transmissão no Paraná, com deságio de 35% frente a menor receita máxima sugerida. Essa concessão, com prazo de 30 anos, marca a estreia da Engie em transmissão no país.

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4 mil empregos

O lote inclui a construção de oito novas linhas de transmissão e trechos complementares, totalizando 1.146 quilômetros de extensão, mais cinco subestações de energia. Serão gerados mais de 4 mil empregos durante a construção.

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– Enxergamos a oportunidade de ampliar e diversificar a nossa atuação no país e entrar no segmento de transmissão, que, com o reforço de novas linhas, melhora a eficiência energética do setor – uma das premissas básicas da Engie em seus investimentos – afirma Maurício Bähr, CEO do grupo no Brasil.

Floripa no topo

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A Capital catarinense é a cidade que mais vai receber hóspedes brasileiros pelo Airbnb na virada do ano, segundo levantamento feito pela empresa de hospedagem online no Brasil. De acordo com as reservas feitas até esta sexta-feira, foi registrado para Florianópolis um crescimento de 138% nas reservas frente ao mesmo período de 2016. Estimativa feita pela FIPE apurou que o Airbnb colaborou com R$ 94 milhões para a cidade ano passado. Nessa cifra estão gastos de hospedagem, alimentação e outros serviços. Além disso, gerou cerca de 3,6 mil novos empregos.

O dobro maior

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A procura por hospedagem via Airbnb no Brasil cresceu 105% para o Réveillon frente ao mesmo período de 2016 e vai gerar renda extra de R$ 82 milhões no período. O país ficou em quinto lugar entre os com maior número de hóspedes viajando com o suporte do aplicativo no Réveillon, atrás dos EUA, França, Reino Unido e Austrália. Na preferência dos brasileiros, Florianópolis vem à frente, seguida do Rio de Janeiro, Guarujá, São Sebastião, Cabo Frio, Orlando, Gramado/ Canela, Ubatuba, Punta Del Este e São Paulo. A rede hoteleira critica esse modelo online porque tem menos encargos e impostos. Cabe uma articulação para mudar.

Mais voos

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O fim da crise traz mais voos para Florianópolis. A previsão do Floripa Airport é de que na temporada de verão, de janeiro a março de 2018, o terminal terá um incremento de 20% no número de voos. Segundo levantamento da nova operadora suíça, serão 10.450 voos no período, enquanto nos mesmos meses do ano passado foram 8.730. O maior tráfego será em janeiro, quando mais de 18 mil pessoas podem passar pelo terminal em um único dia.