O empresário Rogério Pereira Pirata, 76 anos, de São Joaquim, na Serra catarinense, vice-presidente regional da Associação Catarinense de Rádio e Televisão (Acaert) e fundador da Associação dos Produtores de Maçã e Pera de Santa Catarina (Amap), faleceu na manhã deste sábado, vítima de Covid-19, em hospital de Curitiba. Quarta-feira (14), três dias antes, a sua esposa Ana Bittencourt Pereira, também faleceu devido a complicações da mesma doença. O casal deixou três filhos e três netas.
Pirata era Sócio das rádios Nevasca FM e Difusora FM, de São Joaquim, e também produtor de maçã. Além disso, atuou na política como vereador, secretário municipal e vice-prefeito. Presidiu diversas edições da Festa da Maçã, realizou o encontro de música nativista Sul Canta, um dos maiores do país, e fundou diversas entidades assistenciais e conselhos comunitários.
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Rogério Pirata, que nasceu em São Joaquim em 15 de novembro de 1945, é um dos empresários que começaram de forma humilde e conquistaram sucesso. O primeiro trabalho dele foi aos 14 anos como sapateiro. Apaixonado por rádio, começou a trabalhar como locutor aos 19 anos, na Rádio Difusora, da cidade. Mais tarde, foi também gerente do Banco Yoshp em São Joaquim. Atento a oportunidades de negócios na Serra, foi pecuarista e depois aderiu à produção de maçã, atividade difundida pela Epagri no município que é um dos mais frios do Brasil.
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A Acaert e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão (Sert/SC) emitiram nota de pesar. Lamentaram a perda de um líder carismático, sempre agregador, alegre e espontâneo.
O casal Rogério e Ana deixou os filhos Marcelo, Rejane, Hana Carolina e Kely Cristina (in Memoriam), além das netas Vivian, Vitória e Laura. Os filhos divulgaram em nota que o “amor profundo entre o pai e a mãe fez com que ele fosse para perto dela”. O filho Marcelo também pegou Covid há poucos dias, mas se recuperou.
