Com estimativa de investimento de R$ 100 milhões na primeira etapa, o projeto da Fiesc para o Moinho Joinville está em fase de licenciamento na prefeitura com expectativa de início das obras no segundo semestre. Nesta semana, foi cadastrado na prefeitura o estudo de impacto de vizinhança, com detalhes sobre o empreendimento a ser administrado pelo Sesi, ligado à federação.
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A reocupação do complexo é encarada pela atual administração municipal como um dos marcos da recuperação do Centro de Joinville e início da construção de parque linear junto ao rio Cachoeira, incluindo a área a ser cedida por empresa na região do Mercado Público e a recuperação do bulevar.
Na fase inicial, a Fiesc dona do imóvel desde 2018, será restaurado o prédio do Moinho Joinville, construído em 1913 (houve ampliações em anos seguintes). O presidente da federação, Mario Cezar Aguiar, informa que as tratativas sobre a ocupação da construção histórica estão em andamento, com contatos com empresas e com a prefeitura. O Museu da Indústria será uma das atrações da construção histórica.

Também está prevista a construção de bloco para abrigar o complexo educacional planejado pela Fiesc. A intenção é oferta do ensino básico (fundamental e médio) ao superior, além da capacitação. Será instalada estrutura para esportes, com quadras.A urbanização do terreno e abertura de um espaço ao público, com acesso pela rua Santos, em trecho paralelo ao rio, estão previstos. O local será aberto naquele ponto. O principal acesso ao complexo será pela rua Urussanga.
A partir do início das obras, a conclusão das construções e da restauração deve levar 18 meses. Para o futuro, a segunda etapa prevê outro bloco, cuja construção vai depender da demanda, conforme o presidente da Fiesc. Na prefeitura de Joinville, a reutilização do Moinho Joinville será a largada para o futuro parque linear junto ao Cachoeira, com previsão de uma série de outros investimentos.
