Vendas da indústria crescem 1,8% em novembro e 3% no ano

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Tupy é destaque nas vendas ao exterior. Foto: Salmo Duarte ED

Em sintonia com o perfil econômico de novembro para o setor industrial – mais de vendas do que de produção – a indústria catarinense fechou o mês com crescimento real de 1,8% no faturamento frente ao mês anterior (dados dessazonalizados) e alta de 2,97% no acumulado de janeiro a novembro de 2019.

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A pesquisa é da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc). Frente ao mesmo mês do ano anterior – novembro de 2018 – as vendas reais das indústrias catarinenses cresceram 8,5%. O mesmo levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) registrou para o setor, no período, queda de 0,9%.

Entre as 14 atividades acompanhadas pela Fiesc, 11 cresceram em novembro frente ao mesmo mês de 2018. A maior alta ocorreu na receita de vestuário e acessórios (17,1%), seguida por borracha e material plástico (14,9%) e máquinas e equipamentos (13,4%). As quedas foram registradas em produtos de madeira (-11,7%), móveis (-1,5%) e metalurgia (-1,2%).

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No acumulado de janeiro a novembro, novamente 11 das 14 antividades cresceram. As maiores altas foram alcançadas por produtos de informática e eletrônicos (14,5%) produtos de metal (11,6%) e metalurgia (5,3%). Na outra ponta, os resultados mais baixos ficaram com vestuário e acessórios (-1,6%), produtos de madeira (-0,9%) e produtos têxteis (-0,6%).

Quanto ao uso da capacidade instalada, o resultado estadual e nacional foram parecidos: SC fechou novembro com ocupação de 78,6% enquanto a média nacional ficou em 78,2%.

Massa salarial cresce

A indústria catarinense fechou novembro com alta de 0,5% da massa salarial frente ao mês imediatamente anterior sem a influência sazonal que, quando considerada, leva o resultado para -0,7%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, teve alta de 5,7% e no acumulado do ano cresceu 4,6%.

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A pesquisa mostrou que o montante pago em salários subiu em 11 dos 15 setores acompanhados. A maior alta foi em vestuário e acessórios (20,4%), seguida por borracha e material plástico (18,8%) e veículos, reboques e carrocerias 911,9%).