Santa Catarina, assim como o Brasil, precisa descobrir o potencial de parques ecológicos

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O potencial dos parques naturais de proporcionar lazer, emprego e renda é imenso, mas tanto Santa Catarina quanto o Brasil ainda não descobriram uma forma de desenvolver mais essa alternativa econômica. Em artigo recente, o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, chama a atenção que o Brasil tem o mais rico ecossistema do planeta e o de maior variedade de flora e fauna entre 140 nações, segundo o Fórum Econômico Mundial. Para ele, uma mudança no eixo do turismo nacional, com atenção a esse segmento e oferta de parques para turistas do mundo todo passaria por uma política nacional, que pode ser adotada pelo (a) novo (a) titular na Presidência da República.

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Em todas as regiões

Em Santa Catarina, há mais de uma dezena de parques ecológicos e unidades de conservação em todas as regiões do Estado, desde o litoral Norte, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Sul, nas serras, Meio-Oeste e Oeste. As áreas públicas estão sob a gestão da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) mas ainda são poucos com visitação frequente. Os mais próximos de regiões urbanas são mais organizados, mas é possível avançar com gestão, melhor infraestrutura, venda de produtos coloniais e artesanais de cada região. Entre os que têm visitação pública no Estado estão a Serra do Tabuleiro, Rio Vermelho, Fritz Plaumann, Acareí, Serra Furada, Rio Canoas e Parque das Araucárias.

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