Quando eu era estudante, um professor me chamou atenção para a existência de guerra biológica, aquela em que alguém soltava um vírus ou outro microorganismo para uma região ou nação ficar doente. O coronavírus não é caso de guerra biológica, mas indica que vai gerar a maior crise ou recessão econômica em função de crise biológica da história recente.
Os índices das bolsas de valores não param de cair e a economia real vai sentindo redução de atividade gradualmente, com menos movimentação de cargas, de exportações e com impactos maiores quando ocorre quarentena de cidades ou países, como procederam a China, Itália, Iran e também os EUA.
Quem deve estar à frente desse processo é o setor de saúde, mas os governos devem liberar verbas e estarem atentos para adotar medidas preventivas à doença e também medidas de estímulo à economia. Pelo número de casos, o Brasil deveria restringir mais eventos públicos.
Além disso, governos devem estudar medidas de proteção aos desempregados e autônomos. Como o país tem muitos trabalhadores por conta própria, se a economia parar essas pessoas também ficarão sem renda. Numa crise biológica, é preciso uma atenção especial para as pessoas.