Com um pouco mais de capricho, Figueirense poderia ter vencido no Heriberto Hulse

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Um dos melhores em campo, atacante Pedro Lucas lamenta chance perdida (Foto: Patrick Floriani/ FFC)

O Figueirense foi melhor durante o jogo, colocou mais a bola no chão, tomou mais iniciativa, finalizou com mais perigo, mas não conseguiu vencer. Faltou capricho no último passe e nas finalizações.

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O Figueirense pode também reclamar de um lance de gol anulado, no final do primeiro tempo. Na transmissão da NSC TV, a primeira impressão era de impedimento de Marquinho, mas com o quadro parado, a sensação, mesmo com uma imagem um pouco diagonal, é que o volante Christofer dava condições a Marquinho e o gol tenho sido mesmo legal. Pra ter certeza mesmo, só com as linhas do VAR, que não está disponível no Catarinense.

O Criciúma fez o seu jogo com base no sistema de marcação forte no meio de campo. Marcava e tentava sair rápido. Foi pouco eficiente, levando pouco perigo para a defesa do Figueirense e para o goleiro Sidão. O time de Roberto Cavalo até tentou sair um pouco mais no segundo tempo, mas na realidade os movimentos não foram bem executados em campo. Pouco para uma equipe que não consegue evoluir no Catarinense.

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Movimentos táticos interessantes

Formar uma dupla de volantes, praticamente em linha, com Patrick e Elyeser foi uma boa opção. Patrick até voltava pra dar a saída e Elyeser tinha mais liberdade para jogar, mas um completava bem o outro na mesma linha de posicionamento. E os dois juntos davam sustentação para os dois meias, Guilherme e Marquinho.

No final do primeiro tempo, Marquinho, que estava na direita, passou a ter mais liberdade pra jogar por dentro. Vitor Feijão foi para a direita. Isso fez o time render mais e produzir mais, no toque de bola.

O meio ficou mais preenchido e o time mais equilibrado, criando alternativas de movimentação, também com criação de espaços e chances de gol.