A reunião promovida ontem pela promotora de Justiça Greicia Malheiros da Rosa Souza, responsável pelo Centro de Apoio Operacional do Consumidor no MPSC, para tratar sobre a presença de traços de agrotóxicos na água em diversas cidades do Estado, terminou com uma intenção conjunta de criar mecanismos legais de controle mais eficientes em SC.
Representantes da Casan, da Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc), da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (Aris) e da Diretoria de Vigilância Sanitária participaram do encontro, que debateu o estudo, encomendado pelo MPSC, que mostrou resquícios de defensivos agrícolas na água consumida em 22 municípios.
Uma das propostas é construir, com empresas, agências reguladoras e governo, uma legislação que englobe as substâncias que são de fato usadas pela agricultura no Estado _ e que vão além das 27 monitoradas pelo Ministério da Saúde.
