As polêmicas ambientais e o novo governo federal

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A escolha do advogado Ricardo Salles para liderar o ministério do Meio Ambiente, agrada ruralistas e desagrada ambientalistas. O desejável seria uma gestão ambiental mais pragmática, com mais informações técnicas e estatísticas.

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Apesar disso, a suspensão da realização de conferência internacional do clima ano que vem no Brasil e as ameaças do presidente eleito Jair Bolsonaro de tirar o país do Acordo de Paris não são medidas de interesse da maioria do povo brasileiro. O país é um dos que têm maiores reservas florestais, maior diversidade natural, potencial para desenvolver o ecoturismo e pesquisas nessa área.

Para ter esse protagonismo, também precisa estar alinhado com a maioria das nações para reduzir emissões e preservar o meio ambiente. O país tem uma série de problemas ambientais entre os quais, desmatamentos ilegais e grande poluição nas cidades, inclusive em Santa Catarina, problema que não está sendo enfrentado devidamente.  

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Mas na polêmica produção agropecuária versus preservação, em parte o novo ministro e os agropecuaristas têm razão. É preciso ter dados precisos e poder cumprir a lei. Há muitos equívocos a serem enfrentados.

Só para citar um exemplo, um fazendeiro de Mato Grosso me contou que, para manter o percentual de área produtiva na propriedade dele, precisava cortar a mata a cada três anos porque, se não fizesse isso, viraria reserva definitiva e não poderia usar mais. O certo seria usar o percentual da propriedade quando necessário. O novo ministro mostrou que pretende olhar para problemas assim.

O importante é que seja buscado um equilíbrio, dentro da lei, sem tirar o país desse protagonismo ambiental e evitar, cada vez mais o avanço de todo tipo de poluição.  

Aceleradora

A ACE, aceleradora de empresas de tecnologia que atua em três Estados e já investiu em mais de 200 startups, inaugura nesta terça-feira (10) um escritório em Florianópolis, na Cassol da SC-401. Uma das empresas que já foi acelerada por ela é a Hiper, de Brusque, que desenvolve software de vendas para micro e pequenas empresas. Quando recebeu o apoio financeiro, atingiu 3 mil clientes. Hoje tem 14 mil. A inauguração será nesta terça, às 18h30.

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Satélite de SC no agro

O satélite que está sendo desenvolvido pelo Senai, entidade do Sistema Fiesc, em parceria com a empresa Visiona, será usado para mapeamento de áreas de agricultura e pecuária e para proteção ambiental em todo o país. Isso será possível em função de acordo firmado com a Embrapa na última sexta-feira. O satélite entrará em operação em 2020.

Baía Sul amplia

O Hospital Baía Sul inaugurou segunda-feira à noite uma ampliação na área de internação com 14 novos leitos. O investimento foi em espaço que era ocupado pela administração da instituição. A crescente demanda por internações na Capital motivaram essa ampliação.

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Mais segurança no trabalho

Cada vez mais, as empresas estão buscando tecnologias e métodos para aumentar a segurança no trabalho. Pesquisa feita pelo Sesi nacional para a Confederação Nacional da Indústria apurou que desde 2016 a indústria nacional está concentrando atenção em segurança e esse foco vai continuar. Atenta a isso, a Portonave SA – Terminais Portuários de Navegantes segue essa tendência. A empresa portuária acaba de conquistar a certificação internacional OHSAS 18001 para o seu sistema de gestão. Essa norma estabelece requisitos para saúde e segurança dos trabalhadores.

– Entendemos que para nos mantermos competitivos e sustentáveis, precisamos de boas práticas de gestão que contemplem a satisfação dos clientes, a preservação do meio ambiente e a garantia de que a atividade dos nossos profissionais é compatível com a preservação da sua vida, com saúde e segurança – explica Osmari de Castilho Ribas,  diretor-superintendente administrativo da Portonave.

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