Um mutirão da Defensoria Pública de Santa Catarina, que analisa seis mil processos, descobriu que um detento de Itajaí, que já deveria ter sido colocado em liberdade condicional, continuava preso por um erro de cálculo. A pena havia sido reduzida de 11 para 6 anos — uma diferença de cinco anos, o que dá a ele o direito ao benefício.
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A revisão feita pela Defensoria Pública tem o objetivo de reduzir a superlotação nas unidades prisionais do Estado. Uma das medidas é o pedido de prisão domiciliar para detentos do semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica.