A impaciência com Carlos Moisés

Compartilhe:

Acostumados com decisões rápidas baseadas em negociações partidárias, alguns setores da sociedade cobram celeridade na nomeação do secretariado do governador eleito. Esperam pelo menos alguma ação imediata. Mas, como em tudo que ocorreu desde o surgimento de Carlos Moisés como potencial vitorioso, vivemos tempos diferentes. Nada mais natural que ele, alheio ao mundo político até agosto deste ano, ainda tenha que se inteirar do tamanho da máquina. No caso de Moisés, toda pressa é prejudicial. E nada mais do justo que esperar pelo tempo certo de cada decisão. Como diz um slogan antigo e bem conhecido: “deixa o homem trabalhar!”.

Continua após a publicidade

Futuro da SSP

Há uma preferência dentro das forças de segurança do Estado pela permanência do secretário de Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Junior, no governo Moisés. O próprio professor e advogado aceita a ideia de permanecer caso seja convidado. Por outro lado, o governador eleito diz que pretende despolitizar e cortar vínculos partidários com os cargos. Neste caso, pesa contra Alceu que ele foi uma indicação do prefeito da Capital, Gean Loureiro (MDB).