Vereador Bruno Souza chama de “terrorismo” ato em defesa à democracia na Udesc

Compartilhe:

Vereador e deputado estadual eleito Bruno Souza (PSB) denunciou na tribuna da Câmara de Florianópolis a suspensão das aulas pelos alunos do Centro de Arte e da Faculdade de Educação da Udesc, em apoio aos candidatos Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB). Disparou:

Continua após a publicidade

– São decisões de minorias barulhentas que praticam o terrorismo. É demagogia, irresponsabilidade e ação contra o contribuinte. Acontece no Centro de Ciências Humanas da UFSC e agora na Udesc.

A universidade pública está morrendo, por doutrinação ideológica e pelo partidarismo escancarado

Continua após a publicidade

 

Adesões

O ex-secretário municipal de Chapecó e Florianópolis, Eron Giordani, do PSD, está trabalhando pela candidatura do Comandante Moisés. Seu pai, o ex-prefeito Edgar Giordani, também. Já o ex-assessor do governador Luiz Henrique (MDB), Alexandre Fernandes, vem trabalhando pelo deputado Gelson Merisio (PSD).

 

Catedral

Durante visita ao arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck, o governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) assumiu compromisso de assinar convênio para conclusão da última etapa da restauração da Catedral Metropolitana.

Continua após a publicidade

As obras de recuperação foram iniciadas na gestão Luiz Henrique, que se comprometeu em liberar recursos para todo o projeto.              

 

Condecorações

Continua após a publicidade

A Câmara Municipal de Blumenau realiza solenidade nesta quinta-feira para conferir a Comenda do Mérito da Caridade Papa João Paulo II. Serão homenageadas a Casa da Esperança, a Associação de Amigos, Pais e Portadores de Mielomeningocele, a Associação dos Amigos do Hospital Santa Izabel, a Associação Marlin Azul e a Blumenau Social.

 

Reintegração

Continua após a publicidade

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), de Porto Alegre, confirmou sentença que determinou a reintegração de posse aos donos de um terreno em José Boiteux (SC) que foi ocupado ilegalmente por um grupo indígena.

O entendimento foi de que ficou demonstrada a posse dos autores do processo sobre a área. Segundo o TRF4, “o terreno é usado para reflorestamento, possuindo cerca de 30 mil árvores de eucalipto, e está na família desde 1955. Porém, em novembro de 2015, um grupo de indígenas ocupou o local, armando alguns barracos e bloqueando a entrada da propriedade”.

Continua após a publicidade

 

Leia também:

Empresa tenta impugnar licitação da supervisão da reforma das pontes da Capital