Fiesc sugere não elevar nível de ICMS e reduzir para a indústria

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A exemplo das últimas quatro eleições estaduais, a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) convida os candidatos com maior representação política para uma conversa visando apresentar as prioridades do setor. Nesta segunda, às 18h30min, acontece a quinta reunião, visando o mandato de 2019 a 2022. Entre as prioridades da Carta da Indústria 2018 que os candidatos Décio Lima (PT), Gelson Merísio (PSD) e Mauro Mariani (MDB) serão convidados a assinar está novamente a sugestão de não ampliar o nível atual do ICMS. Junto, a federação incluiu reduzir a alíquota industrial do imposto.

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Esta última sugestão visa viabilizar a redução que o governo atual não conseguiu aprovar na Assembleia porque o varejo reclamou que teria aumento da carga, e a maioria parlamentar, na oposição, atendeu a esse apelo. Mas é uma equação que precisa ser resolvida porque a indústria dos Estados vizinhos têm alíquota menor e isso prejudica o setor em SC, reconhecido como um dos principais indutores do crescimento econômico e da geração de emprego no Estado.  

A carta da Fiesc deste ano, elaborada ainda na gestão de Glauco José Côrte na presidência, assinada por ele e pelo novo presidente Mario Cezar de Aguiar, traz uma profunda e detalhada radiografia do setor em 130 páginas. 

A questão tributária está entre os temas prioritários no grupo de segurança jurídica e marco regulatório. Os outros grupos são tecnologia e inovação, crédito e micro e pequenas empresas. Para a área de tecnologia, a entidade propõe ações para manter a liderança em startups e incentivar investimentos em pesquisa e desenvolvimento, em crédito sugere ampliar o fomento em inovação e para pequenas empresas, expandir a oferta de seguro para crédito.


No levantamento feito pela Fiesc junto a lideranças de todo o Estado, 65% apontaram como importante os temas voltados a tributos, em segundo lugar ficou a adequada administração pública (63,9%) seguida por qualidade da educação básica 49,6% e controle dos gastos públicos 47,2%.
Outras entidades empresariais entregarão cartas aos candidatos e todas vão cobrar a não elevação da carga tributária.

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