Clonagem de celulares preocupa políticos

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O prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (PSB), que descobriu que teve o celular clonado esta semana, não é o primeiro político catarinense a passar pelo problema. O deputado federal Espiridião Amin (PP) passou pela mesma situação em janeiro deste ano. Acionou judicialmente a operadora de celular, depois de descobrir que a clonagem foi feita dentro de uma loja da empresa, fora do horário de expediente.

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Amin chama atenção para o risco que esse tipo de fraude representa para os políticos em ano de Eleições. Ter o número de celular usado para pedir dinheiro em rede social pode causar uma enorme dor de cabeça com a Justiça Eleitoral.

Em Balneário, a Justiça determinou o cancelamento temporário do Whatsapp do prefeito Fabrício Oliveira até que o Facebook (que é dono do Whatsapp) forneça um novo código de segurança. Alguns de seus contatos receberam mensagens do número particular do prefeito, pedindo depósitos de dinheiro em uma conta bancária.

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Fabrício registrou um boletim de ocorrência, acionou a operadora do celular, e recorreu à Justiça para evitar maiores danos.