A Secretaria de Administração da prefeitura de Balneário Camboriú decidiu contratar uma auditoria para avaliar se foi cumprido na íntegra o projeto de instalação de fibra óptica para ligação das câmeras patrimoniais, feita há sete anos. Só depois da avaliação será possível fazer a manutenção da rede.
Das 350 câmeras patrimoniais compradas em 2011 para instalação na área externa dos órgãos públicos, só nove funcionam. Os equipamentos custaram, na época, mais de R$ 6 milhões.
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Já o impasse que envolve o funcionamento das câmeras da Polícia Militar está mais perto de ser resolvido. Um novo sistema de transmissão de imagens, que é responsabilidade da prefeitura, está em fase de instalação e fica pronto até o fim do mês. Esse sistema inclui a instalação de fibra ótica para centralizar a internet na prefeitura _ o que deve gerar economia nas contas.
Câmeras retiradas
Para que as câmeras da PM funcionem, no entanto, é preciso que a Secretaria de Estado de Segurança Pública reinstale os equipamentos que foram retirados de Balneário Camboriú em 2016 por falta de um sistema de transmissão de dados. Na época da instalação pelo Estado, eram 51 câmeras. Hoje, apenas 9 permanecem na cidade _ e parte delas não funciona. Como o sistema oscila, há momentos em que apenas um dos aparelhos transmite dados para a central.