Santa Catarina fecha julho com alta de 19% na venda de veículos

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Embora os consumidores catarinenses venham mostrando alguma resistência para contrair dívidas de maior prazo, isso não ocorre no caso da aquisição de veículos novos. Os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que foram vendidas no Estado 14,9 mil unidades em julho, alta de 18,76% na comparação com o mesmo período do ano passado e de 6,61% em relação ao mês anterior, junho. No acumulado do ano, o mercado catarinense registrou um total de 102.129 emplacamentos, crescimento de 21,44% frente aos mesmos meses do ano passado.

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Com relação ao segmento de automóveis e comerciais leves, responsável por 70% do mercado, foram vendidas 10.653 unidades em julho, alta de 7,83% frente ao mesmo mês do ano passado e de 17,56% em relação aos sete primeiros meses de 2017.

No mês, foram adquiridas 650 unidades de ônibus e caminhões. No acumulado do ano, foram 4.034 veículos desse segmento de maior valor, incremento de 52,98% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Foram comercializados também, de janeiro a julho, 18.346 motocicletas, 3.087 implementos rodoviários e 5.155 outros veículos. 

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No país, a recuperação no mercado de veículos continuou. Nos sete primeiros meses do ano, foram vendidas 1,99 milhão de unidades, o que corresponde a uma expansão de 12,81% frente ao mesmo período de 2017. Para os próximos meses, a expectativa é de que as vendas do setor continuem crescendo porque os últimos meses do ano são sempre melhores, especialmente em dezembro, quando muitos trabalhadores usam o 13º salário para trocar de carro. Nesse período, o país já conhecerá o novo (a) presidente da República, o que pode motivar um resultado ainda maior caso o mercado aprove suas propostas para a economia.


Mais robôs colaborativos

Uma das empresas protagonistas da internet industrial no Brasil, a Pollux, de Joinville, acaba de alcançar a marca de 200 robôs colaborativos instalados no país em plantas de montadoras, indústrias de alimentos, máquinas, peças e outras. O primeiro robô com esse perfil foi trazido pela marca ao país em 2014 e o plano é chegar a 2 mil em 2020. A expansão rápida acontece pelo modelo de negócio, como serviço, em contrato mensal, incluindo suporte técnico, o que evita aos clientes a obrigatoriedade de terem robotista. Os robôs são usados principalmente em áreas insalubres para apoiar o trabalho de pessoas e permitem economia de até R$ 200 mil por ano. 

– Se hoje celebramos o marco de 200 robôs colaborativos comercializados é porque, de fato, estamos vivenciando a Indústria 4.0 com nossos clientes. Inovação é nosso DNA  afirma José Rizzo, CEO da Pollux.

A Coreia do Sul lidera o uso de robôs industriais, com 531 a cada 10 mil trabalhadores. O Brasil não está entre os primeiros 22 países desse ranking. 

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