Polícia Civil prende suspeitos pelo atentado que matou PM em Camboriú

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Uma operação da Divisão de Investigações Criminais (DIC) da Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira 10 suspeitos de participação no assassinato do sargento Edson Abílio Alves, da reserva remunerada da Polícia Militar. O crime ocorreu em Camboriú, durante a onda de atentados deflagrada no ano passado que matou quatro agentes de segurança pública no Estado. O sargento estava em frente a uma padaria, no Bairro Taboleiro, quando foi baleado.

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Foram expedidos ao todo, nesse caso, 12 mandados de prisão temporária, inclusive de pessoas já detidas no sistema prisional. Dois dos suspeitos estão foragidos _ um adulto, que estaria entre os mandantes do crime, e um adolescente. As prisões têm prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 30. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos presos.

A operação também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, em que foram recolhidos telefones celulares. Para o delegado Vicente Soares, responsável pelo caso, não há dúvidas de que a morte do sargento foi ordenada pela facção criminosa que coordenava os ataques.

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_ Foi encomendada a morte de agentes públicos, e o núcleo (da facção) em Balneário Camboriú indicou a oportunidade de matar o sargento.

Em 2013, durante outra onda de ataques, bandidos já haviam atirado contra a casa do policial militar, em Camboriú.

A operação também investiga outro crime ligado à facção _ a morte de Felipe Carvalho, que teve as mãos e a cabeça arrancadas e jogadas em um saco plástico junto ao muro do cemitério do Rio do Meio, também em Camboriú, em 27 de julho do ano passado. O corpo foi localizado em região de mata fechada, parcialmente carbonizado.

Segundo a polícia, os crimes não têm relação mas as mesmas pessoas estão envolvidas nos dois casos. A suspeita, de acordo com o delegado, é de que o crime esteja relacionado a dívidas com a facção.

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Das 12 pessoas envolvidas na investigação do assassinato do policial militar, 11 também tiveram mandado de prisão temporária expedido pela morte de Felipe Carvalho.