Leonardo não é mais o assessor da vice-presidência do Milan, da Itália. O ex-atleta do São Paulo e Flamengo afirma que seguirá trabalhando no clube de Milão, onde estava desde 2002 como dirigente, mas exercendo projetos especiais. As informações são do site GloboEsporte.com.
– Meu contrato acabou no final de junho e agora sigo como uma espécie de embaixador do Milan. Tenho alguns projetos sociais pelos quais sou responsável e não posso deixá-los – revela Leonardo ao GloboEsporte.com, contando ainda que gostou de ser comentarista na última Copa do Mundo (ele trabalha para uma emissora de TV britânica) e que deverá seguir na profissão.
Leonardo confirma também que, em nenhum momento, foi chamado para trabalhar com Dunga, ex-companheiro nas Copas de 1994 e 1998, na nova comissão técnica da seleção brasileira.
– Não recebi nenhum convite e, na verdade, nem tive tempo de conversar com o Dunga ou com o Jorginho. De toda forma, não tenho ambições de trabalhar diretamente com o futebol de campo. Estou mais ligado a parte executiva, da gestão do esporte em si – salienta Leonardo, dizendo que o atrito entre Milan e CBF, em 2004, já está superado.
Na época, o clube italiano não liberou Kaká, Cafu e Dida para o amistoso contra o Haiti, apesar de outros clubes europeus terem cedidos atletas convocados para o jogo.
– Ficou um mal-entendido, mas depois conversei com o Ricardo (Teixeira, presidente da CBF) e tudo foi esclarecido.