Durante o feriadão da Proclamação da República, multiplicaram-se os problemas de mobilidade que atingem as ruas de Florianópolis no centro histórico, Beira-Mar Norte e imediações.
O inicio da temporada com as praias lotadas e dias de verão, outra vez transtornos para a população, com filas gigantescas de veículos na ida e na volta dos balneários do Norte e do Sul da Ilha.
Nos dias de semana, a Beira-Mar Norte é um inferno. Todas as horas do dia milhares de motoristas perdem preciosas horas em engarrafamentos que vão, principalmente, da Casa da Agronômica até a Praça Celso Ramos.
A cidade tem carros demais, é verdade. Mas está carente de intervenções do poder público com estudos de engenharia de tráfego, inteligência artificial e ações pontuais para melhorar a circulação de veículos.
A Beira-Mar Norte é uma das vias mais movimentadas da Capital. De uns dias para cá virou um calvário.
Por que?
Porque o semáforo da Igreja São Luiz fica mais tempo aberto para poucos carros da rua Rui Barbosa do que da Beira-Mar Norte, que tem três faixas de rolamento.
Na frente do Direto do Campo há um retorno que pode ser cancelado, para evitar paradas longas e novo bloqueio.
Em outros pontos da cidade costuma acontecer o engarrafamento pelo efeito dominó.
Filas de carros de uma rua ultrapassam o cruzamento e fecham tudo. E não se vê intervenção da Guarda Municipal para evitar estes transtornos.
São incontáveis os casos em que ações bem pontuais evitariam perda de tempo, estresse e muita irritação dos motoristas.
