Dois monstros sagrados do jornalismo catarinense. Cada qual na sua especialidade. À esquerda Celso Pamplona, a Vênus platinada, jornalismo social onde tudo sabia e tudo informava. Desfilava garbosamente pelo centro da cidade. Natural de Blumenau, funcionário do Ministério da Agricultura, apresentador da TV Cultura, e depois RBS TV, colunismo de A Gazeta. Seu nome até hoje é citado no colunismo catarinense.
Beto Stodieck implantou um novo tipo de colunismo onde informava de tudo e até do mundo social. Advogado, inteligente, de tradicional família da Capital, Beto fez seguidores e ninguém começava o dia sem antes ler sua coluna no jornal O Estado. Beto foi o primeiro jornalista catarinense a trazer Ney Matogrosso, de quem era amigo, para um show na Capital. Foi quando levou Ney à TV Cultura e me entregou para uma entrevista que ele comandou nos bastidores sem aparecer.
O que esses dois têm a ver com o futebol? Nada. Fazem parte da história do jornalismo catarinense e da comunicação do Estado. Amigos cujos nomes precisam sempre lembrar.
Mais uma decisão
O Figueirense com Betinho é um, e sem ele deixa-nos muita preocupação. Jogador está fora do jogo deste sábado em Salvador contra o Vitória. Realiza exames para detectar as razões da aceleração dos seus batimentos cardíacos. Sem Ruan Renato que pertence ao Vitória e está impedido de atuar, penso que Pereira é o substituto sem invenção e muita alteração. É o da posição que eventualmente também pode atuar pelo meio de campo. No mais, o mesmo time que enfrentou e empatou com o Criciúma.
Novo quadro
Quatro pontos separam o Vitória do Figueirense. O time catarinense é o primeiro da zona de rebaixamento com 32 pontos. Quem pode ultrapassá-lo é o Criciúma, com 30, e joga em casa contra o São Bento, último colocado. O outro próximo do alvinegro é o Vila Nova com 31 pontos, que já jogou na rodada perdendo para o Brasil de Pelotas. O Londrina, à frente do Figueirense, já jogou e perdeu para o Paraná, mas tem mais vitórias que o Figueirense, o que significa dizer que mesmo vencendo o Figueirense ainda não deixa a zona de rebaixamento.
Está mudando
Com a renúncia do ex-presidente Plínio David de Nês Filho (Maninho), muda o quadro político administrativo da Chapecoense. O interino Paulo Magro já mostrou ser um dirigente pés no chão, zeloso com as coisas da Chape, gestor financeiro buscando terminar o ano de forma controlada e ainda tentando segurar a vaga da Série A, o que garantiria um ano de 2020 mais tranqüilo.
Arena lotada
Neste sábado a noite a presença do São Paulo na arena Condá vai determinar a volta do torcedor do verdão motivado pela grande vitoria diante do Atlético Mineiro no meio da semana em BH. Aliada a importância do jogo a Chape está fazendo promoção no preço dos ingressos.
O que foi aquilo?
E o Goiás conseguiu segurar o Flamengo. O empate após estar perdendo por 2 a 0 teve sabor de vitória. Imagine o que está esperando o Avaí domingo às 19h30 em Goiânia. Na verdade é outro jogo e sem 40 mil torcedores no estádio. O adversário também não exerce a motivação igual a de enfrentar o Flamengo no momento. Roga-se ao técnico Evando Camilatto não mexer demais no time.
Bastidores
Queiram ou não, gostem ou não, nos bastidores já circula lista contendo nomes de jogadores que não ficarão na Ressacada.
Aliás, o torcedor já sabe quem fica e quem vai embora. A ideia é não divulgar lista para evitar impacto maior, e sim dispensas em doses homeopáticas.
A grande chance
Teoricamente o melhor jogo para pontuar neste final de semana está com o Criciúma. Enfrenta o São Bento de Sorocaba, lanterna da Série B, para vencer e não pode ser diferente. As campanhas não são muito diferentes.
Dois pontos à frente tem o tigre e está na penúltima colocação. Para quem mantém ainda esperança de escapar do rebaixamento não há outra chance melhor do que começar a vencer neste sábado em casa. Técnico Roberto Cavalo não terá Léo Gamalho e sua preocupação maior no momento é o nervosismo que o time bem acusando em seus últimos jogos.
Leia as últimas notícias do Esporte
