Exoneração do delegado-geral esquenta os bastidores da Polícia Civil em SC

Marcos Ghizoni foi exonerado por Jorginho

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Divulgação

Dentre as exonerações feitas por Jorginho Mello (PL) ao assumir o governo de Santa Catarina esteve a do delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Ghizoni Junior. A confirmação da saída dele esquentou os bastidores da corporação. Até então, ainda cogitava-se que Ghizoni pudesse permanecer no cargo, mas a partir de agora abrem-se novas possibilidades sobre nomes que podem efetivamente comandar o órgão a partir dos próximos dias.

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Por outro lado, há uma apreensão nos bastidores. Policiais civis alegam que pela primeira vez a corporação estão sem um delegado-geral, mesmo que seja por um dia, como é o caso. Nomes como o da delegada Tatiana Klein ganharam força nos últimos dias, mas até agora não houve anúncio oficial.

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A Polícia Civil é a única das quatro forças de segurança que não teve o comando confirmado até agora no governo Jorginho. Os demais, que são a PM, Polícia Científica e o Corpo de Bombeiros Militar, estão com chefia anunciada.

Na tarde desta terça-feira (3), a Associação de Delegados da Polícia Civil de SC (Adepol) se reuniu para discutir o assunto. A possibilidade de uma lista tríplice para a indicação do delegado-geral seria debatida, mas isto não ocorreu. Em nota, a Adepol se posicionou: “A Adepol-SC, por intermédio de sua diretoria executiva, está aguardando com grande expectativa a nomeação do novo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, ansiando que o escolhido seja um nome de consenso da categoria e que faça parte do quadro de associados da entidade. No mais, a Adepol-SC segue com boas expectativas quanto ao governo que se inaugura e deseja que o próximo delegado-geral fortaleça ainda mais a Polícia Civil, para que todas as expectativas da sociedade catarinense sejam atingidas”.

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