Ex-delegado-geral da Polícia Civil no governo Moisés se escala para o jogo das eleições

Paulo Koerich colocou o nome à disposição para disputar a prefeitura de Gaspar

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Koerich diz que candidatura depende de viabilidade política (Foto: Clarissa Batistella, NSC Total, BD)

O ex-delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Paulo Koerich, está disposto a encarar as urnas. Ele colocou o nome à disposição para disputar a prefeitura de Gaspar, cidade onde construiu praticamente toda a carreira. A “escalação” para o jogo político ocorreu durante um evento na noite desta terça-feira (30).

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Apesar do estímulo de apoiadores, o delegado, no entanto, ainda não se define como pré-candidato – muito menos diz estar lançando candidatura. Ele deve bater o martelo em definitivo se conseguir viabilizar a construção de uma chapa competitiva. À coluna, Koerich revelou ter dado carta branca para um grupo de amigos próximos, para que iniciem conversas e articulações com partidos.

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— Há muito tempo tenho sido procurado por pessoas da cidade e questionado por que não botava o nome à disposição para um pleito majoritário. Mas tinha outros projetos. Esses questionamentos se intensificaram no ano passado. Depois de ouvir as ponderações desse grupo, amadureci a ideia — conta.

No momento, Koerich diz não saber para qual partido vai. Mas o evento desta terça-feira dá indicativos de que ele deve ter o passe valorizado. Estavam lá os deputados Ivan Naatz (PL), Napoleão Bernardes (PSD) e Egídio Ferrari (PRD), todos, em princípio, trilhando caminhos opostos nas eleições.

Além de políticos, também prestigiaram o ex-delegado-geral da Polícia Civil os empresários Francisco Graciola, da construtora FG, e Sérgio Waldrich, ex-presidente da Bunge.

Primeira indicação do colegiado de Carlos Moisés (Republicanos), Koerich foi delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina entre janeiro de 2019 e setembro de 2021. Neste período, chegou a comandar, em 2020, o Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, função que equivalia ao cargo de secretário de Estado de Segurança Pública por meio de um rodízio entre os chefes das forças de segurança.

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