Cidades de SC são alvos de operação da PF contra empresas clandestinas de segurança

Um homem foi preso em Abelardo Luz e outro foi autuado em Xanxerê

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Operação ocorreu em vários estados do país (Foto: PF, Divulgação)

Doze cidades de Santa Catarina tiveram endereços ficalizados pela Polícia Federal na última quinta-feira (23), quando foi deglagrada a oitava fase da Operação Segurança Legal. A ação combateu empresas clandestinas de segurança privada.

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Em Santa Catarina, um homem foi preso e teve a arma apreendida por atuar como vigilante usando armamento pessoal em Abelardo Luz, no Oeste. Em Xanxerê, também no Oeste, um estrangeiro foi autuado por exercer atividade de segurança privada irregular.

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Cidades com endereços fiscalizados em SC

  • São José – 2 locais
  • Palhoça -1 local
  • Itapoá – 1 local
  • Mafra – 1 local
  • Balneário Camboriú – 1 local
  • Brusque– 1 local
  • Braço do Norte – 1 local
  • Praia Grande– 1 local
  • Lages/SC – 2 locais
  • Abelardo Luz – 1 local – Prisão
  • Xanxerê – 1 local – Autuação do estrangeiro
  • Dionísio Cerqueira – 1 local

O nome dos estabelecimentos fiscalizados não foram divulgados. De acordo com a PF, foram vistoriados 500 locais como casas noturnas, comércios e condomínios em todas as unidades da federação, com exceção do Rio Grande do Sul, em razão das enchentes.

Operação em todo o país

Além da prisão em Santa Catarina, a operação resultou na identificação de três policiais na situação de seguranças privados com a arma da corporação sem curso de vigilante, em Santarém, no Pará. Em Alagoas, foram formalizados quatro autos de encerramento de empresas de segurança irregulares.

Desde 2017, a Polícia Federal vem realizando essa operação de âmbito nacional, coordenada pela Divisão de Controle e Fiscalização de Segurança Privada.

No Brasil, somente empresas de segurança privada autorizadas pela PF podem prestar serviços e contratar vigilantes. Seguranças clandestinos não se submetem ao controle da Polícia Federal quanto aos seus antecedentes criminais, formação, aptidão física e psicológica. Além disso, as empresas que atuam na clandestinidade não observam os requisitos mínimos de funcionamento previstos na legislação.

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