Divisão política na UFSC traz incerteza sobre greve que “acabou” sem terminar

Suspensão do calendário acadêmico voltará a ser discutida na sexta-feira (7)

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UFSC (Foto: Alvarélio Kurossu / Agencia RBS)

É impressionante o que está ocorrendo na Universidade Federal de Santa Catarina. O clima é de divisão política, incerteza sobre a greve, a continuidade do calendário acadêmico.

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Os servidores técnico-administrativos estão em greve desde 11 de março, os professores começaram a paralisação no dia sete de maio.  No dia 14 de maio, em ato chamado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) Luís Travassos, os alunos decidiram entrar em greve. 

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Na sexta-feira (24), a Associação dos Professores (Apufsc), finalizou uma sequência tensa de assembleia e votação e comunicou o encerramento da greve. Ato contínuo, O Comando de Greve diz que esse processo foi ilegítimo e antidemocrático.

Além disso, na segunda-feira (27), em Brasília, o presidente da Apufsc assinou acordo com o Governo Federal aceitando a proposta para a categoria. Em meio a isso, os grevistas conseguiram colocar na pauta do Conselho Universitário (CUn) a suspensão do calendário acadêmico de 2024.

Duas reuniões já trataram do tema na última semana e na próxima sexta-feira (7), no Auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos, haverá nova sessão, aberta à comunidade acadêmica, para tratar da suspensão do calendário. Se aprovado, é fato gravíssimo.

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