Missão da vice-governadora no Uruguai mira modelo que atraiu gigantes da tecnologia ao país vizinho

O país tem 11 zonas francas com regime jurídico próprio, benefícios fiscais e facilidades para atração de empresas estrangeiras

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Marilisa Boehm em missão no Uruguai

Marilisa Boehm em missão no Uruguai (foto: Divulgação)

Em missão oficial no Uruguai, a vice-governadora Marilisa Boehm (PL) avalia a viabilidade de implantação de um sistema de zonas francas em Santa Catarina, similar ao modelo uruguaio. A equipe da agência de fomento Investe SC, que acompanha a viagem, passou por uma reunião de duas horas no Ministério da Economia do país vizinho, analisando as medidas legislativas que permitem implementar o sistema.

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A comitiva também teve agendas com o Embaixador brasileiro no Uruguai, Marcos Raposo Lopes, e com gestores da Aguada Park, segunda maior zona franca do país vizinho.

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– É primordial que tenhamos um planejamento para que algumas áreas do nosso estado, que hoje ainda não alcançaram pleno desenvolvimento econômico, tenham condições de atingi-lo. Por isso, é preciso conhecer modelos que deram certo e que trazem emprego e renda – afirmou a vice-governadora.

A Zona Franca do Uruguai possui áreas industriais, como na Zona Franca de Manaus, no Brasil – mas é focada especialmente em tecnologia. O país atraiu gigantes como a chinesa TikTok, que montou por lá a representação na América do Sul, e retirou da Argentina recentemente o escritório do Mercado Livre .

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O país tem 11 zonas francas com regime jurídico próprio, com benefícios fiscais e facilidades para atração de empresas estrangeiras.

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Santa Catarina possui uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) há três décadas, em Imbituba. Recentemente, ela entrou na mira do Programa de Parcerias de Investimentos do Estado (PPI-SC), que está sob o guarda-chuva da Secretaria da Fazenda. Em abril, o Estado abriu um processo de manifestação de interesse para sondar o mercado sobre a concessão da operação à iniciativa privada.