Professor da UFSC apresenta programa de rádio na Europa

O projeto faz parte de um programa de inclusão social

Compartilhe:

Professor Walter, à direita e de camiseta cinza, comanda o programa de Rádio (Foto: divulgação)

O professor do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), psiquiatra  Walter Ferreira de Oliveira, apresentou um programa de rádio na Espanha, na última quarta-feira (21). Ele coordenou o programa Radio Nikosia, que vai ao ar na rádio Contrabanda de Barcelona, 91.4 FM. 

Continua após a publicidade

Clique aqui para receber as notícias do NSC Total pelo Canal do WhatsApp

O médico está como professor visitante na Universitat Rovira i Virgili, em Tarragona (100km de Barcelona), e a Rádio Nikosia faz parte de um projeto de inclusão social com suporte público e privado, sem fins lucrativos.

Continua após a publicidade

Professor da UFSC na Rádio Contrabanda de Barcelona, 91.4 FM

Walter está na Espanha através de uma bolsa Capes, do Governo Federal. Além de palestras, é professor visitante e pesquisador do projeto até o dia 31 de agosto, com foco na promoção da saúde mental e coletiva. 

—  As novidades que ocorrem no mundo e que o Brasil não tem acompanhado tem a ver,  principalmente, com a inclusão de pessoas de maneira concreta:  trabalho, arte e cultura. Eu tenho trabalhado com programas e pesquisando com projetos de artes e cultura, principalmente com o setor privado sem fins lucrativos, entre eles o projeto Nikosia, que atua na inclusão de idosos e pessoas com problemas de saúde mental. O Brasil tem discurso mas não tem uma prática tão boa. Aqui se consegue fazer com que essas pessoas, que no Brasil vivem excluídas, retomem uma vida significativa, mas principalmente, sem a tutela de profissionais. Então, o programa de rádio é realizado com as pessoas que estão no projeto de inclusão — explica o médico psiquiatra. 

Leia Mais

Trecho Norte da BR-101 vira prioridade em SC após Contorno Viário

Crime organizado já comanda até posto de combustível na Grande Florianópolis; diz sindicato

Continua após a publicidade

Quem são os maiores responsáveis pelas ocupações irregulares em Florianópolis