Professor que beijou aluna na boca em SC é condenado por estupro de vulnerável

O homem teria ganho a confiança da vítima aos poucos, e esperou menina ficar sozinha na sala de aula para beijá-la

Compartilhe:
Agressão e tentativa de estupro teriam sido os crimes cometidos pelo homem contra sua parceira.

Adolescente vítima de estupro era aluna de professor, de 48 anos (Foto: Tiago Ghizoni, Arquivo NSC Total)

Um professor foi condenado pelo crime de estupro de vulnerável e coação após ter beijado uma aluna de 13 anos na boca em um município do Oeste de Santa Catarina. Ele foi denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e sentenciado a cumprir 15 anos e seis meses de reclusão em regime inicial fechado, além do pagamento de multa.

Continua após a publicidade

Clique aqui para receber as notícias do NSC Total pelo Canal do WhatsApp

A denúncia aponta que a aproximação do homem, de 48 anos, com a adolescente começou em junho de 2020. Ele teria usado a condição de professor para ganhar confiança com a vítima, e criou um contato maior com a vítima.

Continua após a publicidade

Depois de uma das aulas, ele esperou a menina ficar sozinha e a beijou na boca. Nas investigações, foi constatado que ele tinha também conversas íntimas com a adolescente, o que apontaria um suposto relacionamento amoroso.

Também foi verificado que ele abraçava e beijava a menina no rosto diversas vezes enquanto eles conversavam, criando maneiras de tocar em seu corpo e ter um contato físico mais íntimo do que o comum entre professor e aluna.

Somente em outubro daquele ano a mãe da menina descobriu o crime quando viu mensagens entre os dois no celular dela. Ela fez uma denúncia na Polícia Civil, e o professor foi exonerado do cargo.

Depois disso, o homem ainda ameaçou a vítima por meio de um aplicativo de mensagens, na tentativa de manipulá-la.

Continua após a publicidade

Da sentença, ainda cabe recurso, e o réu poderá recorrer em liberdade. O processo tramita em segredo de justiça. O município em que o fato ocorreu também não foi divulgado, afirma o MPSC, para proteger a identidade da vítima.

Leia também

Padrasto é agredido com foice ao defender mulher em cidade de SC mais segura do país

Continua após a publicidade

“Brincadeira” de adolescentes termina em caso de polícia em cidade de SC