Especialistas explicam por que empresas devem digitalizar seus negócios

O tema central da Convenção Nacional do Comércio Lojista é Ominivarejo

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Mais de 3 mil lojistas participam do evento em Balneário Camboriú, Santa Catarina (Foto: Estela Benetti)

Empresas de qualquer porte necessitam buscar a digitalização dos seus negócios porque a sociedade está se digitalizando, o consumidor, hoje, é móvel, é multicanal, é omnicanal, pensa assim e atua assim. Essa é a razão pela qual os negócios do varejo precisam aderir às tecnologias do momento,  destacou Enio Garbin, líder de desenvolvimento de negócios do setor de consumo da AWS Amazon, na Convenção Nacional do Comércio Lojista (CNDL) 2024.

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Ao lado de Fabiana Taccola, diretora de operações da Renner. e de Patrick Scripilliti, gerente executivo de e-commerce da empresa de tecnologia Totvs, Garbin foi palestrante na convenção dos lojistas, no painel “Transformação digital no varejo”, neste sábado (21), em Balneário Camboriú, Santa Catarina.

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– Como fazer isso? Temos dentro da Amazon uma política muito clara: é preciso colocar o cliente no centro, inventar e simplificar em nome do cliente, para resolver o problema do cliente. E tenha persistência para esperar o resultado porque se você está com olho no seu consumidor, está melhorando a experiência dele, isso vai depender de cada um dos varejistas, mas o resultado vai aparecer, você vai entregar uma experiência melhor para ele. Hoje, experiência é um diferencial competitivo – explicou o líder da ASW Amazon.

Para Fabiana Taccola, da Renner, é preciso preparar o colaborador para que ele ajude o cliente nas decisões de compra. Segundo ela, a oferta dos produtos no e-commerce aumenta em cerca de 25% as vendas nas lojas físicas. A executiva também recomenda a todas as empresas adotarem canais digitais de vendas.

– A gente não pode desistir. O digital da Renner passou a ter relevância após 10 anos de investimentos. Com a digitalização, o cliente visita sete vezes a mais uma loja do que se não tivesse essa tecnologia – afirmou Fabiana Taccola.

Patrick Scripilliti, da Tovs, observou que é preciso analisar o investimento a ser feito nessa digitalização. Segundo ele, numa primeira fase pode ser melhor e mais barato o lojista participar de um marketplace do que criar um e-commerce próprio.

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As duas convenções reúnem mais de 3 mil lojistas no Expocentro Balneário Camboriú, nos eventos que abriram quinta-feira e se encerram neste domingo com a volta para casa da maioria dos participantes.  A organização é da Confederação Nacional do Comércio Lojista (CNDL) e da Federação as Câmaras de Dirigentes Lojistas de SC (FCDL-SC).

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