Livro de Adriane Galisteu: revelações sobre Ayrton Senna, preço e onde comprar

"Caminho das Borboletas — 405 dias ao lado de Ayrton Senna" conta a história do namoro entre a apresentadora e o piloto

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Adriane Galisteu foi a companheira de Ayrton Senna em seus últimos meses de vida (Foto: Redes sociais e Editora Caras, Reprodução)

O livro Caminho das Borboletas — 405 dias ao lado de Ayrton Senna, de Adriane Galisteu, voltou a chamar atenção de novos leitores, trinta anos após seu lançamento pela Editora Caras. O livro, esgotado há pelo menos dez anos, tem chamado a atenção por conta da série Senna, da Netflix.

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A obra foi lançada pelo jornalista Nirlando Beirão a partir de relatos de Adriane e se inicia em 1993, quando os dois se conheceram, até o falecimento do piloto. O jornalista tomou cerca de 30 horas de depoimentos de Adriane e avaliou cartas e bilhetes trocados pelo casal.

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Onde comprar o livro

A obra, lançada em novembro de 1994, já não é reeditada. Entretanto, alguns exemplares estão disponíveis para compra online. Na plataforma Estante Virtual, os valores de revenda chegam a até R$ 400.

Veja revelações e trechos do livro

Primeiro encontro do casal

“Ele tentou me beijar, eu me esquivei, bateu na trave. Fomos salvos os dois, em nossa timidez, pela chegada da galera ruidosa e alvoroçada (…) Um brilho iluminava seu rosto e seu sorriso adolescente. Senti, pela primeira vez, o calor de uma aproximação real e espontânea. Ele tinha óbvia dificuldade em dar o primeiro passo. Eu, mesmo querendo muito, nunca dou o primeiro passo”.

Primeiro beijo

“Ainda de pé, ele me beijou, o primeiro, um beijo de verdade. Parece que a noite estacionara em cima de nossas cabeças, tudo parou”. 

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Morte de Ayrton

“Pela tela de uma tevê, eu experimentei a irrealidade da perda brusca de meu príncipe encantado, de meu amor, da razão de minha vida. […] Insisti: queria ir a Bolonha. Aquilo mesmo que eu buscava em vida, queria agora na morte: o toque nos pelos do peito, os pés, o rosto, a máscara fria da morte. Só vendo, para acreditar. Essa ideia de pluft, tchau, não me conformava”.

Arrependimentos

“Não me arrependo de nada que fiz. Arrependo-me de coisas que não fiz. Como não ter me jogado ao pescoço dele, depois da primeira madrugada de amor, cobrir seu rosto de beijos e dizer, com todas as letras, o que se passava no meu coração”, diz um dos trechos do livro.

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