Após fala de Trump, presidente do conselho da WEG diz que é importante estar nos EUA

Em evento do Femusc, Décio da Silva mostrou que prefere eviar polêmicas políticas, mas falou que o mercado dos EUA está crescente para a empresa

Compartilhe:

Na foto, um dos grandes transformadores de energia fabricados pela WEG em SC, que foi exportado para a Europa (Foto: Divulgação)

Ainda sem informar como será sua política tarifária para importações e indústrias locais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou a atenção ao falar no Fórum de Davos, quinta-feira (23). Disse que o país vai praticar “as menores taxas que qualquer nação da terra” para produção local. Logo após, a coluna ouviu sobre isso o presidente do conselho de administração da WEG, Décio da Silva, que estava no Festival Internacional de Música de SC (Femusc), em Jaraguá do Sul.

Continua após a publicidade

Entre na comunidade exclusiva de colunistas do NSC Total

– Essa coisa de política é muito complicada, mas os Estados Unidos, queiram ou não, são a maior economia do mundo e é muito importante estar presente lá – disse, cauteloso, o empresário líder da multinacional catarinense.

Continua após a publicidade

Segundo Décio da Silva, a WEG conta com uma presença forte nos Estados Unidos, onde tem fábrica de motores comerciais e fábrica de transformadores. O negócio de transformadores está aquecido porque o consumo de energia aumentou muito no mercado americano por causa do avanço da inteligência artificial, observou ele.  

– Ninguém esperava que aqueles centros de armazenagem de dados iriam consumir tanta energia – comentou o empresário.

Leia também

Secretário da Fazenda de SC prevê mais um ano positivo para a receita do estado

O que novos secretários da área econômica do governo Jorginho vão priorizar

Continua após a publicidade

Comércio de SC pode crescer acima de 2% em 2025, estima federação do setor

Programa Lucra Mais é oferecido em 27 cidades de Santa Catarina

Continua após a publicidade

Evento da Fiesc com representantes dos EUA visa mais negócios com americanos