Exclusivo: Catarinense 2026 pode ter “VAR próprio”

Federação estuda custos e posibilidades para ampliar uso do VAR no próximo Estadual

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Federação estuda maneiras de implementar VAR na primeira fase do Catarinense 2026 (Foto: Tiago Ghizoni, DC, arquivo)

A Federação Catarinense de Futebol quer ter um VAR próprio para utilizar no campeonato catarinense 2026. A ideia foi discutida em uma reunião no início desta semana. A provocação partiu do presidente da FCF, Rubens Angelotti.

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Para ter VAR no Catarinense, duas hipóteses foram levantadas na reunião da Federação. A primeira delas seria arcar com os custos gerais, buscando o patrocínio de parceiros. O modelo seria o mesmo usado em Avaí 0 x 1 Figueirense, do último sábado, com uma empresa contratada para fazer o VAR, num custo que fica entre R$ 45 mil e R$ 50 mil por jogo. A conta da FCF é que isso custaria cerca de R$ 4 milhões para todas as partidas de um campeonato inteiro.

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A segunda hipótese é montar uma unidade móvel própria da Federação para operar o VAR em partidas escolhidas rodada a rodada. Comprar equipamentos próprios, que ficariam à disposição da Federação e da Comissão de Arbitragem.

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Nesse modelo, o campeonato não teria a cobertura completa de VAR para todas as partidas, mas a cada rodada um ou dois jogos poderiam ser escolhidos, como uma escala de árbitros que escolhe árbitros mais experientes e mais preparados para jogos mais pesados e de maior risco.   

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Nos bastidores, a Federação entende que para implementar o “VAR próprio” já no próximo campeonato o segundo modelo seria mais barato e mais viável, mas vai estudar e levantar todos os custos e possibilidades. A Comissão de Arbitragem da FCF considera o VAR uma ferramenta quase que imprescindível para os árbitros no futebol atual.