Entenda por que Google está na mira de investigação da China

Anúncio acontece logo após divulgação de tarifas sobre importações dos Estados Unidos

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Google é acusada pela China de ter violado leis antimonopólios (Foto: Banco de Imagens)

A China divulgou nesta terça-feira (4) que investigará a empresa de tecnologia americana Google por suspeita de violação da lei antimonopólio. O anúncio foi feito pela Administração Estatal de Regulamentação de Mercado da China. O país também divulgou que colocou sanções tarifárias de 10% e 15% sobre produtos importados dos Estados Unidos.

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Segundo a agência de notícias Reuters, a China iniciou uma investigação sobre o Google, “conforme previsto na lei”, diante das “suspeitas de que o Google violou a lei antimonopólio da República Popular da China”.

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Lista de empresas não confiáveis

Também com o anúncio da investigação sobre o Google, a agência disse que o Ministério do Comércio da China colocou a PVH Corp, holding de marcas como Calvin Klein e da Tommy Hilfiger, e a Ilumina, empresa de biotecnologia americana, na “lista de entidades não confiáveis”.

As empresas teriam infringido “os princípios das transações de mercado e adotaram ações prejudiciais contra empresas chinesas”, segundo o O Globo.

Tarifas sobre produtos importados dos EUA

A partir do dia 10 de fevereiro, o carvão e o Gás Natural Liquefeito (GNL) dos Estados Unidos serão taxados em 15% na China, segundo o Ministério das Finanças chinês. Além disso, o petróleo bruto, equipamentos agrícolas e alguns automóveis americanos também terão as tarifas aumentadas em 10%. 

As medidas são uma resposta às últimas ações do presidente dos EUA, Donald Trump, que determinou a taxação de 10% sobre todas as importações chinesas para os Estados Unidos.

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A taxação à China iniciou nesta terça-feira (4). O motivo seria que o país asiático não estaria se esforçando para interromper o fluxo de fentanil, uma droga ilícita, para os Estados Unidos.

*Com informações do O Globo e do g1

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