Olá, bom dia! É “feriado”, mas tem Café com Ânderson. As notas deste 4 de março de 2025, terça-feira de Carnaval, você lê abaixo:
Câmera corporal
Repercute nacionalmente o caso do prefeito de Bela Vista do Toldo, Carlinhos Schiessl (MDB), reagindo aos gritos durante uma ação da Polícia Militar (PM) contra um condutor que circulava de forma irregular pelo município do Planalto Norte catarinense. O caso foi gravado pelo policial que atuava na ocorrência, o que evidencia a importância das câmeras corporais para elucidar situações como essa.
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Aliás
A pequena Bela Vista do Toldo vive uma fase complicada nos últimos anos. Dois ex-prefeitos foram presos após investigações do MP-SC. Agora, o prefeito atual é flagrado aos gritos contra um policial que, apenas, realizava seu trabalho durante uma abordagem.
Aí é ruim…
No auge do movimento de turistas em Santa Catarina, que caracteriza a temporada de verão, as forças de segurança do Estado estão desfalcadas em relação aos helicópteros. Os problemas afetam principalmente o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar. O popular “Arcanjo”, dos Bombeiros, por exemplo, tem feito bastante falta nos salvamentos no Litoral Catarinense. Um grande erro de planejamento.
Pé no freio
Há um mês e meio, o TJ-SC entregou à OAB a notificação sobre a abertura da vaga do Quinto Constitucional da advocacia. No entanto, ainda não há perspectiva de lançamento do edital por parte da entidade, que parece disposta a desacelerar a expectativa gerada em torno da vaga.
Em SC
O ministro da Educação, Camilo Santana, deve estar em Santa Catarina nos próximos dias. Sua agenda ocorrerá em Chapecó, onde ele fará anúncios de investimentos.
Ajuste
Já está na Alesc o projeto do governo do Estado que altera o modelo dos convênios simplificados, criados após os impasses jurídicos envolvendo o “PIX de Moisés” e a “TEV de Jorginho”.
O que muda
A nova proposta estabelece que as transferências voluntárias aos municípios no novo modelo podem ser feitas para valores de até R$ 5 milhões, repassados exclusivamente pelo Estado, e não mais R$ 5 milhões do valor total da obra. Assim, ficam diferenciados os recursos usados pelas prefeituras: o caixa próprio e aquilo que sai do cofre estadual.
