Conheça o menino blumenauense que entrou em uma sociedade de alto QI ao cinco anos

Thomas começou a mostrar sinais de superdotação aos dois anos e se tornou autodidata

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Jovem de Blumenau aprendeu a ler aos três anos (Foto: Redes Sociais, Reprodução)

Thomas Jose Pazetto Manke, natural de Blumenau, foi reconhecido como superdotado aos cinco anos e se tornou membro da Mensa, uma das maiores e mais antigas sociedades de alto QI do mundo. Em 2024, ele passou por uma avaliação neuropsicológica completa, que identificou um quociente de inteligência de 135 pontos.

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A superdotação acontece quando o quociente de inteligência (QI) é acima de 130, sendo que a média brasileira é de 89 pontos. Por isso, os membros da sociedade Mensa formam um grupo seleto que compõe os 2% de mais alta inteligência da população.

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Através das redes sociais, os pais de Thomas, Jaíne e Fred, compartilham as experiências e o desenvolvimento do filho.

— Ele domina xadrez, os jogos de tabuleiro em geral. Bingo ele gosta muito porque envolve números. A forma dele de estudar, ou ele pede para a Alexa, YouTube ou livros. Ele questiona ‘o que é isso?’, ‘o que significa isso?’. Vive buscando conhecimento, é uma mente sempre atrás de saber — relatou a mãe Jaíne Pazetto à NSC TV.

O casal conta que a inteligência de Thomas chamou a atenção logo nos primeiros anos. Eles perceberam que o menino tinha uma capacidade de assimilação e uma memória acima da média. Aos três anos, ele surpreendeu os pais ao aprender a ler antes mesmo de ir para a escola. 

— Compramos muitos livros e incentivamos a leitura. Sempre colocamos o dedo na palavra que a gente tava lendo porque ele pedia, e com isso ele conhecia as letras e o som das letras e um dia começou a ler sozinho — explica a mãe.

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Thomas decorou o nome de todos os 193 países por ordem de extensão territorial. Os pais contam que ele se interessa por matemática, astronomia e geografia, além de ter uma curiosidade extensa por assuntos mundiais.

Apesar da inteligência excepcional, os pais de Thomas se esforçam para que o filho tenha uma vida comum e as habilidades acompanhem o crescimento, mas sem interferir com a infância do garoto.

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— Como mãe, fiquei muito orgulhosa ao receber o retorno positivo da Mensa. Afinal, estamos falando da maior e mais antiga sociedade mundial de alto QI. Ele consegue entender o que significa a Mensa, mas ainda não compreende a dimensão e importância do lugar que ele ocupa — disse a mãe, em entrevista à revista Crescer.

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