Festival Internacional de Sapateado de 2025 já tem data marcada em Florianópolis; veja artistas

Esta será a 14ª edição do Floripa Tap Festival na capital catarinense

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Floripa Tap

Festival traz nomes nacionais e internacionais aos palcos de Florianópolis (Foto: Floripa Tap Festival, Divulgação)

Dos dias 30 de abril a 4 de maio, Florianópolis será palco de mais uma edição do Floripa Tap. Reunindo nomes nacionais e internacionais, a organização do evento anunciou, nesta terça-feira (8), os artistas que irão participar desta 14ª edição. 

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O Floripa Tap tem desempenhado um papel essencial na difusão e valorização da dança, em especial do sapateado no Brasil, de acordo com Marina Coura, idealizadora do evento. 

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— Além de proporcionar um ambiente de aprendizado técnico e artístico, o festival se destaca por ações de educação e formação intelectual, além de ações sociais e de acessibilidade, oferecendo a garantia de acesso à arte e cultura para pessoas de regiões periféricas e programação acessível para pessoas surdas — destaca.

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Programação será distribuída em 5 locais

• SESC Cacupé – Todas as oficinas e aulas serão realizadas no espaço, com exceção das aulas de house dance e afrofunk de domingo, que serão na Praia da Joaquina. No SESC, também serão realizados o duelo e a Welcome Party, no dia 30 de abril, a Tap Jam-Dia, a partir das 11h30min do dia 3 de maio. A entrada para essas atrações é gratuita.

• Bugio Trindade – No dia 1º de maio, será realizada a Tap Jam- Noite, a partir das 19h, com entrada gratuita.

• Teatro Ademir Rosa (CIC) – No dia 2 de maio, o festival terá a tradicional Noite de Gala, com apresentações de artistas renomados nacional e internacionalmente. Os ingressos estão a partir de R$ 50, via pensanoevento.

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• Floripa Airport – No dia 3 de maio, o aeroporto receberá a Mostra de Dança, e, no dia 4, acontecerá a Noite de Encerramento, com performances de sapateado do grupo Gumboot Dance Brasil e show de Dandara Manoela. Toda a programação é gratuita.

• Praia da Joaquina – No dia 4 de maio, haverão aulas gratuitas de house e afrofunk, pela manhã.

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Conheça os artistas presentes no festival

  • Bril Barrett, um dos fundadores do “Madd Rhythms”, eleito um dos principais performers de Chicago (EUA);
  • Daniel Borak, uma referência do tap dance, que tem uma vasta formação na Zurich School of Dance and Theatre, incluindo ballet, jazz, hip-hop, flamenco, dança moderna, Feldenkrais, pilates e coreografia;
  • Maud Arnold, a madrinha do Floripa Tap, membro do Syncopated Ladies, grupo que viralizou com os tributos lendários a Prince e Beyoncé, uma das fundadoras da Chloé and Maud Foundation, que apoia projetos de dança ao redor do mundo;
  • Ana Gori, que integra o movimento negro do tap dance no Brasil e idealizadora do festival Tap is Black;
  • Diego Tavares, dançarino e coreógrafo premiado em festivais competitivos e um dos idealizadores do House Dance Floripa;
  • Addia Furtado, faz parte de coletivos artísticos e se dedica à pesquisa de percussão mandengue do oeste africano e dos ritmos afro-brasileiros da Cultura Popular;
  • Mariana Castro, integrou o elenco de importantes companhias e é bacharel em produção cultural.
  • Rebeca Pereira, dirige o grupo Based in BXD, que democratiza o acesso ao tap dance na periferia.
  • Rubens Oliveira, reconhecido pelas experimentações estéticas e tecnológicas que conectam a dança a outras linguagens artísticas, vencedor do prêmio APCA de Melhor Coreografia com o espetáculo Subterrâneo da Gumboot Dance Brasil;
  • Vivian Shimizu, pedagoga e coreógrafa, une a dança com a educação, pesquisando a conexão do House Dance com o Tap Dance, duas linguagens historicamente entrelaçadas;
  • Yasmin Bogo, professora e coreógrafa de tap dance, realizou uma pesquisa sobre como a branquitude se manifestou na história do tap dance, impedindo sua genuína manifestação e ascensão como arte preta no Brasil;
  • Dandara Manoela, uma das principais revelações da Música Preta Brasileira. Cantora e compositora, sua pluralidade musical representa um símbolo de resistência das manifestações culturais afro-brasileiras;
  • Marina Coura, idealizadora e produtora do Floripa Tap. É coreógrafa e diretora da Cia Trupe Toe e da escola Garagem da Dança, e tem como foco de pesquisa a linguagem rítmica brasileira, criando pontes entre o tap dance e a cultura nacional. É pós-graduanda em Políticas e Gestão Cultural na UFRB. Coordena o programa Tap into Life da Chloé and Maud Foundation em Florianópolis, que oportuniza aulas de dança para crianças e adolescentes da instituição Casa São José, no bairro Serrinha.

*Sob supervisão de Luana Amorim

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