O empate em 2 x 2 com o Cuiabá foi diferente da partida diante do Novorizontino, mas o Avaí cometeu os mesmos erros no primeiro tempo e foi no sentido dos mesmos acertos na segunda etapa. A disputa com o Cuiabá teve um roteiro parecido com o que o Avaí teve contra o Novorizontino.
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Avaí busca empate contra o Cuiabá pela Série B 2025
Primeiro foi a escalação com os mesmos equívocos. Judson titular e, mais uma vez, o volante não acrescentou nada ao jogo coletivo do time de Jair Ventura. Ficava como um terceiro zagueiro na saída de bola. Era como se se ele fosse o terceiro zagueiro do Enderson Moreira. Só que em vez de ser o Pedrão, era o Judson, que estava ali entre os zagueiros do Avaí. Não acrescentou em nada na saída de bola, na construção de jogo, na marcação.
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Fora isso, outro equívoco repetido era Marquinhos Gabriel aberto na esquerda no momento defensivo. O meia tem que ter liberdade para jogar ali na entrada da área do adversário para dar os passes para os atacantes. Outro erro? A dupla de atacantes, Hygor e Cléber. Diante do Cuiabá, como contra o Novorizontino, os dois atacantes do Avaí maltrataram a bola, não dominaram nenhum lance, não deram sequência às jogadas e não finalizaram. Foram duas partidas muito ruins de Cléber e Hygor.
E os acertos do Avaí contra o Cuiabá?
Os acertos começaram a ocorrer a partir do intervalo, com a primeira mexida. Barreto entrou no lugar de Judson já melhorando o meio de campo. Até poderia não ter sido exatamente essa mudança. Jair Ventura já poderia ter voltado para o segundo tempo sem Hygor e sem Judson, e com Gaspar e com Alef Manga, deixando o meio de campo com Zé Ricardo, João Vitor e Marquinhos Gabriel centralizado. Com Alef Manga na esquerda, Gaspar na direita e Cléber de centroavante.
As difíceis escolhas para o ataque do Avaí
O Avaí já teria voltado melhor para o segundo tempo. As mexidas foram quase essas no transcorrer da segunda etapa. E o que que aconteceu? O Avaí melhorou, dominou o seu adversário e empatou uma vez, empatou uma segunda vez e no final do jogo o Cuiabá estava pedindo para a partida terminar com medo de levar o terceiro gol. Foi o mesmo andamento e o mesmo roteiro da partida contra o Novorizontino.
O Avaí por pouco não virou o jogo na Ressacada no último domingo e por pouco não virou também a partida em Cuiabá. Então, está claro. E o técnico Jair Ventura tem uma terceira partida contra o Operário-PR, em casa, na próxima quarta-feira para enxergar o que está acontecendo em campo, analisar de forma correta e encaixar melhor o time do Avaí.
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Hoje, Judson não pode ser titular. Hoje, entre Hygor e Cléber tem que escolher apenas um. E olhe lá! Velocidade do lado do campo, com Gaspar ou com Thayllon, como opções para o lado direito, com Alef Manga do lado esquerdo – jogador que entrou na partida contra o Cuiabá, fez um gol, deu passe para outro, parece estar crescendo em termos de confiança e que pode ajudar muito o Avaí na agressividade do ataque.
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O caminho é esse, Marquinhos Gabriel centralizado com liberdade para estar ali entre as linhas dos volantes e dos zagueiros da equipe adversária. Ali ele vai trabalhar bem, dando os passes para os atacantes, como no primeiro gol do Leão nesta quinta.
O Futebol não tem mistério, mas às vezes os técnicos complicam. Jair Ventura está apenas no segundo jogo, mas já é tempo de enxergar o que deu certo e o que não deu certos nos dois empates do Avaí.








