O que é carcinoma basocelular, diagnóstico da atriz Fernanda Rodrigues, a Bia de ‘A Viagem’

Atriz que está no ar na reprise de 'A Viagem' já tinha realizado uma cirurgia para remoção do carcinoma em 2024

Compartilhe:
Fernanda Rodrigues falou sobre o diagnóstico nas redes sociais

Fernanda Rodrigues falou sobre o diagnóstico para seus seguidores (Foto: Reprodução, Redes Sociais)

A atriz e apresentadora Fernanda Rodrigues, a Bia de A Viagem, falou nesta segunda-feira (18) em suas redes sociais que o carcinoma basocelular que ela tinha retirado no final de 2024, retornou e ela terá que fazer um novo tratamento.

Continua após a publicidade

Fernanda Rodrigues tem 45 anos e conta que em 2023 descobriu uma mancha na testa. No final de 2024, ela fez um vídeo, publicado também nas redes sociais, em que contou que tinha feito a remoção do carcinoma e estaria livre dele.

Ela contou no vídeo desta segunda-feira (18), que achou que o episódio estava encerrado, mas ele voltou a aparecer. Fernanda apareceu resignada e disse que “vida que segue”, pois conhece pessoas que já operaram cinco ou seis vezes.

“Se você sentir que tem uma coisinha diferente, uma manchinha, uma pintinha, uma ferida que não é comum, fale com seu médico ou com sua dermatologista. Agir rapidamente faz com que a gente resolva mais rápido o problema”, disse Fernanda Rodrigues, garantindo que está bem.

Continua após a publicidade

O que é carcinoma basocelular?

Um carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele. É um tumor maligno que se origina nas células basais, que ficam na camada mais profunda da epiderme. O crescimento é lento, em forma de mancha, e não costuma se espalhar, ou seja, tem baixíssima chances de metástase.

Segundo o Dr. Henrique Marques, o carcinoma basocelular costuma afetar pessoas de pele clara, geralmente com mais de 50 anos, mas a incidência vem aumentando por causa da exposição solar e que, apesar de frequente, tem baixo índice de mortalidade.

O médico também explica em um vídeo no YouTube que o carcinoma tem aparência de lesão brilhante que não cicatriza, crescimento lento e pode se infiltrar em tecidos mais profundos. O diagnóstico é feito por exame dermatoscópico e biópsia.

Continua após a publicidade

O tratamento geralmente envolve a remoção através da cirurgia micrográfica de Mohs, e que o diagnóstico precoce é importante para evitar complicações.

Como funciona a rotina médica que mudou a vida de Francisco Gil, filho de Preta Gil

“Muitas dores”: Thiago Martins, o Vasco de Vale Tudo, revela diagnóstico de doença pulmonar