Entenda por que as acusações de terrorismo de estado de Luigi Mangione foram rejeitadas

Jovem acusado de matar CEO da UnitedHealthcare ainda enfrenta outras nove acusações estaduais

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(Foto: Redes sociais, Reprodução)

Luigi Mangione pode passar o resto da vida na prisão ou ser condenado à pena de morte (Foto: Redes sociais, Reprodução)

As acusações de terrorismo de estado contra Luigi Mangione, acusado de assassinar o CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, foram rejeitadas nesta terça-feira (16). Luigi compareceu ao tribunal para uma audiência pré-julgamento na cidade de Nova York.

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O jovem de 27 anos enfrenta acusações estaduais e federais pelo assassinato de Thompson, que aconteceu em dezembro do ano passado, em frente a um hotel em Manhattan.

As 11 acusações estaduais incluem assassinato e terrorismo, e as federais podem levar à pena de morte. 

Seus advogados têm lutado para que as acusações estaduais sejam totalmente rejeitadas, argumentando que os casos paralelos configuram dupla incriminação.

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Em sua decisão escrita na terça-feira (16), o Juiz Gregory Carro decidiu contra esse pedido.

A defesa também pediu a retirada das acusações de terrorismo, argumentando que elas não se aplicam. Os promotores, no entanto, alegaram que a intenção de Mangione era “transmitir violentamente uma mensagem social e política ao público em geral”.

O juiz decidiu rejeitar ambas as acusações de terrorismo — homicídio em primeiro grau em prol de um ato de terrorismo e homicídio em segundo grau como crime de terrorismo —, afirmando que elas eram “legalmente insuficientes”. 

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Quem é Luigi Mangione

Mangione ainda enfrenta outras 9 acusações estaduais

Mangione ainda enfrentará acusações de homicídio em segundo grau e oito acusações relacionadas a armas no caso estadual. Se condenado pela acusação principal, a pena pode variar de 25 anos a prisão perpétua. Ele se declarou inocente.

A defesa também quer que as provas da mochila de Mangione, incluindo uma arma e um caderno, sejam suprimidas, alegando que o conteúdo foi obtido sem um mandado de busca. Os promotores negam as alegações e pediram ao juiz que force os advogados de Mangione a dizer se apresentarão uma defesa de insanidade ou apresentarão provas psiquiátricas.

O juiz não se pronunciou sobre nenhuma dessas questões na terça, mas disse que as audiências do caso começarão em 1º de dezembro.

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As audiências determinarão se as declarações que ele fez à polícia e as evidências físicas obtidas serão permitidas e se pessoas que não sejam testemunhas poderão testemunhar.

*Com informações da CBS News

**Sob supervisão de Pablo Brito

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