Governo cria nova “lista vermelha” com os criminosos mais procurados do Brasil

Santa Catarina tem o nome de um foragido na lista vermelha, procurado desde abril deste ano

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Lista já está disponível para consulta (Foto: Banco de Imagens)

Lista já está disponível para consulta. (Foto: Banco de Imagens)

Uma nova “lista vermelha” com os criminosos mais perigosos procurados pela Justiça do Brasil foi criada pelo ministério da Justiça e Segurança Pública, de acordo com o ministro da pasta, Ricardo Lewandowski, nesta segunda-feira (8). Cada estado pode incluir na lista até oito nomes de foragidos, sendo, ao total 216 criminosos. Com informações do g1.

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Alguns estados, no entanto, indicaram um número menor de procurados. É o caso de Santa Catarina, que incluiu o nome de apenas um foragido, procurado desde abril deste ano. Os crimes cometido por ele não foram divulgados.

Quais são os critérios para inclusão na lista vermelha?

Segundo a pasta, a inclusão de um nome na lista deve levar em consideração a relevância da prisão do indivíduo para enfraquecer a organização criminosa da qual ele faz parte; e a gravidade dos crimes cometidos.

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Condenados por crimes violentos e hediondos terão prioridade na lista, segundo o ministério.

Onde a lista está disponível?

A lista pode ser acessada em um site ligado ao ministério, na aba “lista de procurados”. Lá, é possível visualizar o nome do criminoso, foto, apelidos, data de nascimento e até mesmo o CPF dele. Também estão disponíveis informações sobre como denunciar o paradeiro dos foragidos para os órgãos competentes.

Sistema Nacional de Inteligência para Enfrentamento ao Crime Organizado

O ministro da Justiça também assinou uma portaria, nesta segunda-feira, para a criação do Sistema Nacional de Inteligência para Enfrentamento ao Crime Organizado. O sistema reúne informações para o combate às organizações criminosas, compartilhadas entre os estados e a Polícia Federal.

Dessa forma, será possível, de acordo com o objetivo da portaria, a integração policial e a operação conjunta de bancos de dados. A este sistema, poderão ter acesso a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais, e as polícias civis, militares e penais ligadas aos estados e ao Distrito Federal.