Vídeo mostra agressão que levou servidor da CGU a ser indiciado e afastado do cargo

Presidente Lula pediu exoneração do servidor investigado

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Agressão aconteceu em 7 de dezembro (Foto: Redes sociais, Reprodução)

David Cosac Junior, servidor da Controladoria-Geral da União (CGU), foi indiciado pela Polícia Civil do Distrito Federal após agredir a ex-namorada e o filho dela, uma criança de quatro anos. A decisão foi compartilhada nesta sexta-feira (26), após o afastamento cautelar do servidor ser publicado no Diário Oficial da União. As informações são do g1.

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As autoridades ainda confirmaram ao g1 que o indiciamento ocorreu em 8 de dezembro, um dia após o crime. David Cosac Junior deve responder por lesão corporal contra a mulher e maus-tratos contra a criança.

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Já seu afastamento, decretado por meio de uma portaria assinada pelo ministro do Estado da Controladoria-Geral da União, Vinicius Marques de Carvalho, tem prazo de 60 dias, mas poderá ser prorrogado se houver necessidade.

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A decisão visa preservar provas que possam auxiliar no andamento da investigação. Por isso, David também está proibido de entrar nos prédios da CGU e ter acesso aos sistemas institucionais enquanto as apurações ocorrem.

Lula pede demissão de servidor

Nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que tomou conhecimento da situação, que classificou como uma “agressão covarde”.

“Por isso determinei ao ministro Vinícius de Carvalho, controlador-geral da União, a imediata abertura de processo interno para responsabilização e expulsão do serviço público do agressor. Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças, estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho”, disse Lula.

Como foi agressão

De acordo com o g1, a agressão aconteceu no estacionamento de um prédio em Águas Claras, em Brasília. Uma câmera de segurança registrou o momento em que a mulher e a criança foram atingidas com socos.

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Conforme informações apuradas pelo g1, um morador do prédio denunciou o caso e acionou a Polícia Civil do Distrito Federal.

O NSC Total não conseguiu identificar a defesa de David Cosac Junior até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para esclarecimentos.