Membros de facção somam penas de 134 anos por morte “decretada” de homem em SC

Vítima foi morta na saída de uma casa noturna em Palhoça, na Grande Florianópolis, em 2023

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Polícia Militar

Julgamento aconteceu na última semana (Foto: Allan Pedro, Arquivo NSC Total)

Cinco homens membros de uma facção criminosa foram condenados na última semana pelo Tribunal do Júri de Palhoça, na Grande Florianópolis, por terem “decretado” a morte de um homem encontrado morto em 2023. Somadas, as penas passam de 134 anos de reclusão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

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De acordo com a denúncia, o homem teria sido morto por conflitos relacionados ao tráfico de drogas no bairro Carianos, em Florianópolis. Na madrugada do dia 16 de outubro de 2023, a vítima saiu de uma casa noturna em Florianópolis e foi atraída ao local da execução, no bairro Brejaru, em Palhoça, em uma armadilha montada pelos criminosos.

O homem foi encontrado morto em um terreno baldio. Segundo o Ministério Público, que sustentou a acusação contra os homens no julgamento que aconteceu nos dias 19 e 20 de fevereiro, a facção atua com alto grau de violência, com crimes como homicídios, tráfico de drogas e delitos patrimoniais. 

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A denúncia ainda apontou qualificadoras como motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que impossibilitou a defesa da vítima e dissimulação. Outros entendimentos acolhidos foram a da prática dos crimes de ocultação de cadáver e de integração em organização criminosa.

Veja as penas para cada um dos réus

  • 20 anos e seis meses de reclusão;
  • 30 anos e quatro meses de reclusão;
  • 28 anos, oito meses e 22 dias de reclusão;
  • 27 anos, nove meses e seis dias de reclusão;
  • 27 anos, um mês e 15 dias de reclusão.

Eles permanecem presos e tiveram o direito de recorrer em liberdade negado.

A 8ª Promotoria de Justiça atuou em plenário, com auxílio do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (GEJURI) do Ministério Público de Santa Catarina.