Instituição na Grande Florianópolis tem doações com valor superior a R$ 200 mil furtadas

Foram levados mais de 100 celulares, 300 perfumes e cremes doados, assim como fraldas, roupas e acessórios

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Materiais foram furtados de uma sala da instituição (Foto: NSC TV, Reprodução)

Materiais foram furtados de uma sala da instituição (Foto: NSC TV, Reprodução)

A instituição Orionópolis, que acolhe pessoas com diferentes tipos de deficiências em São José, ainda conta os prejuízos com um furto ocorrido na madrugada de domingo (22). O local, que fica no bairro Ponta de Baixo, foi invadido por três criminosos, que levaram produtos que seriam vendidos em um bazar para arrecadar recursos.

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De acordo com a Polícia Militar, os três homens pularam o muro da instituição, arrombaram as grades de segurança de uma das salas onde estavam armazenados produtos doados pela Receita Federal. Em uma área de mata, foram encontrados equipamentos como um “corta vergalhão”, martelo e estilete, usados para a entrada no local.

Como o crime teria acontecido

À NSC TV, a supervisora administrativa da instituição, Silvara da Silva e Sá, afirmou que a sala era segura e não contava com a circulação de pessoas. Foram levados mais de 100 celulares, 300 perfumes e cremes doados, assim como fraldas, roupas e acessórios.

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Na fuga, os suspeitos deixaram produtos para trás. Segundo a administradora, o prejuízo ultrapassa R$ 200 mil.

— Isso é muito dinheiro para a Orionópolis, que vive de doações da comunidade — disse.

A instituição pretendia usar o dinheiro arrecadado com a venda dos produtos para reformar os lares mantidos. Segundo Pablo Espíndola, supervisor geral da Orionópolis, atualmente a instituição tem quase 70 moradores.

De acordo com o delegado Cléber Tappi Serrano, foram feitas diligências no local, onde foi recuperar alguns objetos, entre eles dois óculos e um guidão de motocicleta que pertenciam ao acervo. Os celulares também poderão ser recuperados, segundo o delegado, com o decorrer das investigações.

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Os criminosos devem ser identificados com a câmera de segurança do local, com auxílio de inteligência artificial. Um adolescente está envolvido, além de dois adultos.

— Diante das filmagens, percebe-se o rosto do adolescente e o rosto de um dos maiores, então diante disso, o reconhecimento facial dará algum resultado — disse o delegado.

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Mesmo com o furto, o bazar, previsto para acontecer no dia 11 de abril, vai acontecer mesmo assim.