Sem dinheiro público: o segredo do sucesso da Volta à Ilha em Florianópolis sem causar caos

Com 3.700 atletas, 360 equipes e representantes de 12 estados, a Volta à Ilha transforma Florianópolis em um grande circuito de corrida neste sábado, dia 11

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A energia da Volta à Ilha na edição passada: esporte, cidade em movimento e organização sem impacto no trânsito (Foto: Divulgação)

Há eventos que movimentam a cidade, são importantes, atraem consumidores para bares, restaurantes, lojas e hotéis. Geram emprego e renda, embora impactem negativamente o trânsito.

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E há eventos que fazem tudo isso sem atrapalhar a rotina da cidade.

Atletas empolgados na Volta à Ilha:

A Volta à Ilha entra nessa segunda categoria.

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Neste sábado, cerca de 3.700 atletas percorrem 140 km ao redor de Florianópolis, em um dos eventos esportivos mais charmosos da capital.

Mesmo com essa dimensão, a prova não trava o trânsito.

Sem bloqueios totais de vias e com operação controlada em pontos estratégicos, a cidade segue no seu ritmo.

Um detalhe que pode parecer simples, mas explica por que a Volta à Ilha cresce, movimenta milhões e continua sendo bem recebida por quem vive aqui.

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E tudo isso sem receber nenhum patrocínio com dinheiro público.