A frase de Santo Agostinho que desmonta a ideia de que “já está tudo perdido”

O ensinamento de Santo Agostinho que explica por que não desistir importa

Compartilhe:
A frase de Santo Agostinho que desmonta a ideia de “já está tudo perdido”

A verdadeira esperança não é um sentimento passivo de espera, mas o resultado direto da sua vontade de agir. (Foto: Divulgação, TV Globo e Reprodução)

O que Santo Agostinho quis dizer quando falou a frase: “Enquanto houver vontade de lutar, haverá esperança de vencer” carrega uma relação direta entre a vontade a possibilidade. Vamos explicar de forma mais fácil.

Continua após a publicidade

A vontade de lutar e a esperança de vencer são dois sentimentos que podem parecer que andam lado a lado. O erro está em achar que a esperança depende da certeza da vitória ou de que será condições favoráveis para chegar ao objetivo que se quer. A esperança depende única e exclusivamente de você ainda querer agir.

Enquanto existe disposição interna para enfrentar a dificuldade, a porta para um resultado positivo continua aberta. A derrota só se torna definitiva quando a pessoa desiste internamente, não quando as circunstâncias ficam difíceis.

Você pode fazer a analogia com a personagem Adriana, da novela Quem Ama Cuida, interpretada por Leticia Colin. Ela perdeu a casa, o marido e tudo em uma enchente. O que ela fez no dia seguinte? Foi em busca de um emprego!

Continua após a publicidade

Há uma inversão interessante aí. Costumamos pensar que primeiro vem a esperança (acreditar que dá pra vencer) e depois a vontade de lutar. Santo Agostinho propõe o contrário: é a própria disposição de lutar que sustenta e gera a esperança. Ou seja, a esperança não é só um sentimento passivo de espera, ela está enraizada na ação e na vontade.

Na prática, essa frase do filósofo é um convite a não esmorecer e não parar. Enquanto houver disposição e você não desistir, o jogo segue em aberto e bola segue rolando. Siga em frente!